O jornal americano The New York Times apontou o jogador Neymar como o novo David Beckham. O brasileiro é um dos nomes mais citados quando se trata de estrelas para comerciais e lugar marcado na primeira fileira dos eventos de moda.
O carisma de Neymar já rendeu uma capa na Vogue ao lado da top Gisele Bündchen. O jogador também estampou as revistas WSJ e New York Times Magazine. Cotado para comerciais de cuecas, eletrônicos, produtos de beleza e esportivos, o saldo do craque tende a aumentar após o Mundial.
No entanto, os bonés, casacos, correntes de ouro e brincos avantajados não agradam a todos. A estilista Robert Geller desabafa: "eu só não acho que a forma como ele (Neymar) se veste é muito sofisticada". "Ele tem um monte de dinheiro, mas parece um pouco novo rico, meio cafona", completou.
O meia Oscar, que já posou para a campanha de cuecas da Calvin Klein, e o jogador japonês Keisuke Honda também foram citados na publicação internacional como um dos principais garotos propagandas da temporada. Kevin Carrigan, diretor criativo global da Calvin Klein, disse: "Quando você pensa em desenhar roupas íntimas, você só pensa em jogadores de futebol."
Ao NYT, a diretora de moda da revista Julie Ragolia afirmou que os jogadores se destacam devido à altura: "Eles não são enormes como um jogador de futebol ou basquete americano. Você pode tirar um jogador de futebol e colocá-lo em qualquer campanha e ele ficaria 100% bonito". O desenhista Todd Snyder garante que Beckham foi fundamental neste processo. "Ele abriu o caminho para tudo isso", afirmou.
Propaganda proibida
Os jogadores estão proibidos de usar as redes sociais para fazer publicidade. A determinação é da Fifa. O regulamento de mídia e marketing foi enviado para cada uma das 32 seleções que participarão do Mundial.
Brasileiros como Neymar, Bernard, Hulk, David Luiz e Daniel Alves fazem uso dos posts patrocinados para faturar. O santista Neymar, por exemplo, tem como patrocinadores a Claro e Panasonic, que são rivais de parceiras da Fifa, Oi e Sony.
O carisma de Neymar já rendeu uma capa na Vogue ao lado da top Gisele Bündchen. O jogador também estampou as revistas WSJ e New York Times Magazine. Cotado para comerciais de cuecas, eletrônicos, produtos de beleza e esportivos, o saldo do craque tende a aumentar após o Mundial.
No entanto, os bonés, casacos, correntes de ouro e brincos avantajados não agradam a todos. A estilista Robert Geller desabafa: "eu só não acho que a forma como ele (Neymar) se veste é muito sofisticada". "Ele tem um monte de dinheiro, mas parece um pouco novo rico, meio cafona", completou.
O meia Oscar, que já posou para a campanha de cuecas da Calvin Klein, e o jogador japonês Keisuke Honda também foram citados na publicação internacional como um dos principais garotos propagandas da temporada. Kevin Carrigan, diretor criativo global da Calvin Klein, disse: "Quando você pensa em desenhar roupas íntimas, você só pensa em jogadores de futebol."
Ao NYT, a diretora de moda da revista Julie Ragolia afirmou que os jogadores se destacam devido à altura: "Eles não são enormes como um jogador de futebol ou basquete americano. Você pode tirar um jogador de futebol e colocá-lo em qualquer campanha e ele ficaria 100% bonito". O desenhista Todd Snyder garante que Beckham foi fundamental neste processo. "Ele abriu o caminho para tudo isso", afirmou.
Propaganda proibida
Os jogadores estão proibidos de usar as redes sociais para fazer publicidade. A determinação é da Fifa. O regulamento de mídia e marketing foi enviado para cada uma das 32 seleções que participarão do Mundial.
Brasileiros como Neymar, Bernard, Hulk, David Luiz e Daniel Alves fazem uso dos posts patrocinados para faturar. O santista Neymar, por exemplo, tem como patrocinadores a Claro e Panasonic, que são rivais de parceiras da Fifa, Oi e Sony.

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