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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

No pós-recesso, Cunha ignora apelos e articula pauta contra o governo

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), antes da sessão para a votação da MP 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego, no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília
O primeiro dia de trabalhos da Câmara, ontem (4), após o rompimento do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o governo indica dias duros para o Planalto neste segundo semestre. O peemedebista ignorou o principal apelo para o adiamento de proposta que aumenta os gastos públicos em momento de crise econômica e marcou para esta quarta-feira (5) a votação de projeto que eleva os salários de servidores da Advocacia-Geral da União (AGU) e das procuradorias dos Estados e do Distrito Federal. Ele ainda articulou a exclusão do PT das novas CPIs na Casa e agilizou a votação das contas presidenciais pendentes para abrir a análise da prestação de Dilma Rousseff.

A proposta que deve ir ao plenário nesta quarta vincula o salário das carreiras de servidores da AGU e procuradores ao de ministros do Supremo Tribunal Federal, hoje com vencimentos de 33.700 reais. A remuneração do nível mais alto equivalerá a 90,25% do salários dos ministros.

Mais derrotas - Ontem, o peemedebista, acompanhado pelo líder Leonardo Picciani (PMDB-RJ), articulou a exclusão do PT do comando das CPIs do BNDES e dos fundos de pensão, temidas pelo Planalto. O plenário da Casa também iniciou a análise das contas presidenciais pendentes, o que abre caminho para a votação da prestação de contas de Dilma Rousseff, suspeitas de irregularidades e que serão apreciadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

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