Já pressionado pela classe política, incluindo base e oposição, e pelo mercado financeiro, que prega mais cortes após o rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor´s, o governo da presidente Dilma Rousseff recebe mais reivindicações dos movimentos sociais, que criticam o ajuste fiscal, que seria prejudicial aos trabalhadores, e pedem "mudanças na política econômica".
É o que aponta resolução política divulgada sexta-feira (11) pela direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), assinado pela Direção Nacional da entidade. O texto diz que o movimento se junta à Frente Brasil Popular lançada há uma semana em Belo Horizonte (MG) "e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais".
"Reconhecemos a existência de uma crise econômica mundial, mas não admitimos que as trabalhadoras e os trabalhadores paguem essa conta. Somos contra o ajuste fiscal e consideramos que o governo Dilma está implementando medidas de ajuste neoliberal, que ferem direitos dos trabalhadores e cortam investimentos sociais. Manifestamos nosso total desacordo com a atual política econômica. E exigimos que, no mínimo, a presidente implemente o programa que a elegeu", diz trecho da resolução.
Leia a íntegra da resolução>MST amplia a pressão sobre o governo DilmaÉ o que aponta resolução política divulgada sexta-feira (11) pela direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), assinado pela Direção Nacional da entidade. O texto diz que o movimento se junta à Frente Brasil Popular lançada há uma semana em Belo Horizonte (MG) "e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais".
"Reconhecemos a existência de uma crise econômica mundial, mas não admitimos que as trabalhadoras e os trabalhadores paguem essa conta. Somos contra o ajuste fiscal e consideramos que o governo Dilma está implementando medidas de ajuste neoliberal, que ferem direitos dos trabalhadores e cortam investimentos sociais. Manifestamos nosso total desacordo com a atual política econômica. E exigimos que, no mínimo, a presidente implemente o programa que a elegeu", diz trecho da resolução.
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