A Polícia Federal deflagrou a 19ª fase da Operação Lava Jato mirando em pagamentos no exterior. O executivo José Antunes Sobrinho, um dos donos da Engevix, foi preso preventivamente em Santa Catarina. O lobista João Henriques, ligado ao PMDB, também foi preso.
José Antunes Sobrinho é suspeito de ter pago propinas em cima de contratos da empreiteira com a Eletronuclear que somavam R$ 140 milhões, entre 2011 e 2013. Os valores teriam sido pagos para a Aratec, empresa controlada pelo ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. José Antunes será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
O alvo desta nova fase – denominada Nessun Dorma – são propinas que teriam sido pagas envolvendo a diretoria internacional da Petrobrás. Trinta e cinco policiais cumprem 11 mandados judiciais, sendo sete mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e dois mandados de condução coercitiva em Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com a PF, uma das empresas sediadas no Brasil teria recebido cerca de R$ 20 milhões entre 2007 e 2013 de empreiteiras já investigadas na operação, sob acusação de pagamento de propinas para obtenção de favorecimento em contratos com a estatal.
Em outro foco, a PF cumpre mandados de busca e de prisão preventiva de executivo relacionado à 16ª fase – Operação Radioatividade – e 17ª fase – Operação Pixuleco -, a partir dos elementos que o apontam como tendo realizado pagamentos de propina a agentes públicos já investigados nestas fases. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.
José Antunes Sobrinho é suspeito de ter pago propinas em cima de contratos da empreiteira com a Eletronuclear que somavam R$ 140 milhões, entre 2011 e 2013. Os valores teriam sido pagos para a Aratec, empresa controlada pelo ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. José Antunes será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
O alvo desta nova fase – denominada Nessun Dorma – são propinas que teriam sido pagas envolvendo a diretoria internacional da Petrobrás. Trinta e cinco policiais cumprem 11 mandados judiciais, sendo sete mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e dois mandados de condução coercitiva em Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com a PF, uma das empresas sediadas no Brasil teria recebido cerca de R$ 20 milhões entre 2007 e 2013 de empreiteiras já investigadas na operação, sob acusação de pagamento de propinas para obtenção de favorecimento em contratos com a estatal.
Em outro foco, a PF cumpre mandados de busca e de prisão preventiva de executivo relacionado à 16ª fase – Operação Radioatividade – e 17ª fase – Operação Pixuleco -, a partir dos elementos que o apontam como tendo realizado pagamentos de propina a agentes públicos já investigados nestas fases. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.
Batizada de “Nessun Dorma”, a 19ª Fase da Lava Jato significa "Ninguém Dorme". Trata-se de uma continuidade das fases 15, 16 e 17 da operação, investigando desvio de dinheiro na diretoria internacional da Petrobras, mas também ampliando o foco de corrupção fora da estatal - no caso na Eletronuclear, subsidiaria da Eletrobrás.
Na “Nessun Dorma”, a Polícia Federal investiga, entre outras coisas, vantagens indevidas a agentes públicos e políticos no exterior em decorrência de contratos celebrados na diretoria internacional da estatal do petróleo. A PF mapeou também que uma empresa no Brasil recebeu cerca de R$ 20 milhões, entre 2007 e 2013, de empreiteiras investigadas na operação. Segundo as investigações, o dinheiro seria propina para obtenção de contratos na Petrobras.
Na “Nessun Dorma”, a Polícia Federal investiga, entre outras coisas, vantagens indevidas a agentes públicos e políticos no exterior em decorrência de contratos celebrados na diretoria internacional da estatal do petróleo. A PF mapeou também que uma empresa no Brasil recebeu cerca de R$ 20 milhões, entre 2007 e 2013, de empreiteiras investigadas na operação. Segundo as investigações, o dinheiro seria propina para obtenção de contratos na Petrobras.
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