Por justiça, quem assistiu as sessões de julgamento da ação penal 470 – mensalão – não pode levar a sério o artigo assinado pelo atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, publicado ontem, 13 de setembro, na Folha de São Paulo. Quem não recorda da atuação de Lewandoswski como revisor do processo, que enfrentando fatos concretos, provas indesmentíveis, preferiu defender seus amigos petistas que o levaram a assumir uma cadeira no STF. Estava pagando a conta.
De novo, no “ocaso” do governo petista, surge a figura de Ricardo Lewandowski. Agora na condição de censor, de senhor da sabedoria e da razão. Em texto envelhecido, arcaico e cheio de ranço, o Ministro Presidente se vale da legislação para ameaçar, para impor o silencio e, principalmente para AVISAR os juízes sobre o que devem falar, mas só quando provocados. É A IMPOSIÇÃO DA MORDAÇA! Que sejam apenas “bonecos” para distribuir o direito, talvez ao estilo do poder judiciário da Venezuela ou talvez mesmo de Cuba, se é que lá a “gerontocracia Castro” permita a existência de juízes com autonomia e que produzam julgamentos isentos e justos.
Calar Gilmar Mendes, que relata o processo que investiga o uso de dinheiro roubado da Petrobrás na campanha petista de Dilma Rousseff é o objetivo maior de Lewandowski neste momento…
Calar Sérgio Moro, que preside o processo que apura o desvio de mais de 10 bilhões de reais da Petrobrás e que foi usado nas campanhas de Lula e Dilma é o objetivo único de Lewandoswski neste momento…
De novo, no “ocaso” do governo petista, surge a figura de Ricardo Lewandowski. Agora na condição de censor, de senhor da sabedoria e da razão. Em texto envelhecido, arcaico e cheio de ranço, o Ministro Presidente se vale da legislação para ameaçar, para impor o silencio e, principalmente para AVISAR os juízes sobre o que devem falar, mas só quando provocados. É A IMPOSIÇÃO DA MORDAÇA! Que sejam apenas “bonecos” para distribuir o direito, talvez ao estilo do poder judiciário da Venezuela ou talvez mesmo de Cuba, se é que lá a “gerontocracia Castro” permita a existência de juízes com autonomia e que produzam julgamentos isentos e justos.
Calar Gilmar Mendes, que relata o processo que investiga o uso de dinheiro roubado da Petrobrás na campanha petista de Dilma Rousseff é o objetivo maior de Lewandowski neste momento…
Calar Sérgio Moro, que preside o processo que apura o desvio de mais de 10 bilhões de reais da Petrobrás e que foi usado nas campanhas de Lula e Dilma é o objetivo único de Lewandoswski neste momento…
Moro e Gilmar
Isso tudo nos leva a entender o desejo de Ricardo Lewandowski: Transformar o Poder Judiciário do Brasil em espelho do Judiciário Bolivariano da Venezuela. Ficar e estar à serviço de uma ditadura. Ninguém esqueceu seu encontro secreto… ou que era para ser secreto com a presidente Dilma Rousseff, em Portugal. Ao ser desmascarado, descoberto, gaguejando, Lewandowski disse estar apenas tratando de assuntos administrativos do STF. Será?

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