Bandeirão LGBT na Avenida Atlântica
Com o lema “Palavras Ferem, Violência Mata”, a 20ª Parada do Orgulho LGBT tomou a orla de Copacabana, ontem (15) debaixo de chuva e tumultos. O evento, que levou à
Avenida Atlântica uma enorme bandeira colorida, símbolo da causa, cobra o
fim da violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e
transgêneros. De acordo com a organização, 500 mil pessoas participaram
do evento.
Cinco trios elétricos - A festa da diversidade contou com cinco trios elétricos desfilando pela
Avenida Atlântica. A passeata teve "alas reinvindicatórias", com as "Mães
pela Diversidade" no "abre-alas", falando contra o Estatuto da Família e
mostrando que as configurações de famílias são múltiplas. A ala dos
transexuais reivindicou os seus direitos e identidade de gênero.
O trio de abertura se transformou em um grande palco todo decorado em
branco com show de vários artistas da cena gay, apresentados por Lorna
Washington e Magaly, dois ícones cariocas. A Marcha das Mulheres Negras
participou da Parada contra o racismo e contra a LGBTfobia.
A Bandeira do Movimento Igualdade na Veia propôs o fim da restrição a
doadores de sangue considerados inaptos por causa de sua orientação
sexual. O movimento questionou os critérios adotados para a doação de
sangue e a Portaria nº 2712/2013 do Ministério da Saúde.

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