Mais uma vez o Brasil chora uma tragédia após o leite derramado pela inépcia, o desleixo, a imperícia, via de regra parceiros nesses dramas, que levam vidas sem conta, destróem comunidades, rasgam cicatrizes não só nas vidas e famílias, como no histórico bom conceito da engenharia nacional, na terra, na dignidade brasileira.
A vergonha, nesse caso das barreiras de Mariana, a falta de compostura, agiu por contágio. Começou pela inoperância dois gestores, que não realizaram a devida e obrigatória manutenção, alastrou-se pela indiferença por vidas humanas, ao não haver qualquer esquema de aviso às populações no entorno, seguindo-se as mentiras pregadas pelos seus serviços de divulgação à imprensa, de que teria havido alertas, e depois a falta de qualquer consideração aos moradores, isolados sem explicação, dando-se acesso à área atingida apenas aos próprios responsáveis pelo fatídico, os gestores da empresa.
Terminando por contaminar a imprensa brasileira como um todo, que deu ao caso, inicialmente, uma cobertura pífia, inexpressiva, agindo aparentemente com total indiferença. Qualquer queda de prédio numa grande capital do país ocupa mais tempo nos telejornais do que o tempo dado à queda das barreiras de Mariana nos três primeiros dias após o ocorrido.
Foi preciso haver uma grita geral nas redes sociais, no Twitter sobretudo, foi necessário a lama enlamear tudo, outras cidades, os rios, ameaçar invadir o Espírito Santo e tornar-se um gravíssimo risco ambiental nacional, ainda maior do que já era, para a imprensa se mancar.
Lí um twitter que dizia que, fosse a Petrobras a responsável, a cobertura seria maior do que a queda das Torres Gêmeas. Seria sim. Mas tratam-se de duas multinacionais. Uma delas, holandesa. Na Holanda, já estariam todos presos e endividados até a quinta geração. Aqui, querem repassar o prejuízo para o poder público e encenam a farsa de que um tremor de 1 ponto alguma coisa seria o responsável. Ora essa, as barreiras são projetadas para resistirem, prevendo até tremores de terra. Terremotos, inclusive.
Se o dono das barragens fosse um empreiteiro e, ainda por cima, um empreiteiro brasileiro, já estaria preso, desmoralizado e também atirado na lama com todos os seus funcionários sofrendo as consequências.
A vergonha, nesse caso das barreiras de Mariana, a falta de compostura, agiu por contágio. Começou pela inoperância dois gestores, que não realizaram a devida e obrigatória manutenção, alastrou-se pela indiferença por vidas humanas, ao não haver qualquer esquema de aviso às populações no entorno, seguindo-se as mentiras pregadas pelos seus serviços de divulgação à imprensa, de que teria havido alertas, e depois a falta de qualquer consideração aos moradores, isolados sem explicação, dando-se acesso à área atingida apenas aos próprios responsáveis pelo fatídico, os gestores da empresa.
Terminando por contaminar a imprensa brasileira como um todo, que deu ao caso, inicialmente, uma cobertura pífia, inexpressiva, agindo aparentemente com total indiferença. Qualquer queda de prédio numa grande capital do país ocupa mais tempo nos telejornais do que o tempo dado à queda das barreiras de Mariana nos três primeiros dias após o ocorrido.
Foi preciso haver uma grita geral nas redes sociais, no Twitter sobretudo, foi necessário a lama enlamear tudo, outras cidades, os rios, ameaçar invadir o Espírito Santo e tornar-se um gravíssimo risco ambiental nacional, ainda maior do que já era, para a imprensa se mancar.
Lí um twitter que dizia que, fosse a Petrobras a responsável, a cobertura seria maior do que a queda das Torres Gêmeas. Seria sim. Mas tratam-se de duas multinacionais. Uma delas, holandesa. Na Holanda, já estariam todos presos e endividados até a quinta geração. Aqui, querem repassar o prejuízo para o poder público e encenam a farsa de que um tremor de 1 ponto alguma coisa seria o responsável. Ora essa, as barreiras são projetadas para resistirem, prevendo até tremores de terra. Terremotos, inclusive.
Se o dono das barragens fosse um empreiteiro e, ainda por cima, um empreiteiro brasileiro, já estaria preso, desmoralizado e também atirado na lama com todos os seus funcionários sofrendo as consequências.

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