Como será o rosto real de Rafaella Beckran, perdão, Santos? Essa é a primeira pergunta que alguém que vai entrevistar a moça se faz, depois de consultar o Instagram dela – tal a transformação observada de foto para foto. Para equivocar ainda mais seus seguidores, Rafaella criou para si um sobrenome inspirado no do meia inglês David Beckham. Tudo começou quando era criança e brincava com uma prima de ser Victoria Beckham, a ex-Spice Girls que se casou com o jogador. Tempos depois, ela passou a usar o ‘Beckran’ em seu ‘Insta’ , que tem 1,7 milhão de seguidores, e assim alguns colunistas a chamam desse jeito até hoje – embora Rafaella já tenha retornado ao Santos da origem. Hoje é apenas @rafaella.
Ao contrário do que se pode imaginar, a Rafaella Santos da vida real guarda, sim, semelhanças com a garota que aparece nas imagens que ela posta nas redes sociais. Tipo: não dá para passar direto por ela na rua, sem conseguir identificá-la. Rafa acredita que, se alguém não a reconhece, é por causa do filtro que ela emprega para dar um tapa na foto. Todo mundo usa o recurso. Seu favorito chama-se Valencia e produz um efeito luminoso no rosto.
Rafa se tem em alta conta. A parte que mais gosta do corpo são os olhos (cor de mel). A que mais não gosta, bem, ela pensa, pensa e…: “Não tem. Se Deus me fez assim, tenho de achar bom, né?”. Ao usar o algoritmo, ela passa mais a impressão de orgulho do que de resignação. Abduzida pelo mundo da moda, a moça chegou a participar de um treinamento/estágio de dois meses na London College of Fashion, mas descobriu que “não era o queria”. Apesar de estar usando uma bota de cano curto com dezenas de tachinhas de metal, ela prefere os tênis. Tem 40 pares. E uma coleção de chinelos. Na vida dela, como acontece na de tantas jovens de sua idade, as palavras “Rihanna”, “Beyoncé” e “blogueira” caminham juntas. Fã das duas primeiras, ela inaugurou recentemente o Blog da Rafaella, em que aborda temas como “saúde íntima”, “relacionamentos afetivos” e “benefícios da música”. Para defender seus pontos de vista, usa pesquisas colhidas por “universidades da França”, pelo “British Journal of Psychology” e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Não é fácil reconhecê-la nos textos postados. Sobre a detecção do câncer de mama, por exemplo, ela escreve: “A ideia é que você conheça seus seios detalhadamente e saiba notar qualquer diferença que apareça, seja um caroço, protuberância ou até a eliminação de líquidos pelos mamilos”.
Rafa se tem em alta conta. A parte que mais gosta do corpo são os olhos (cor de mel). A que mais não gosta, bem, ela pensa, pensa e…: “Não tem. Se Deus me fez assim, tenho de achar bom, né?”. Ao usar o algoritmo, ela passa mais a impressão de orgulho do que de resignação. Abduzida pelo mundo da moda, a moça chegou a participar de um treinamento/estágio de dois meses na London College of Fashion, mas descobriu que “não era o queria”. Apesar de estar usando uma bota de cano curto com dezenas de tachinhas de metal, ela prefere os tênis. Tem 40 pares. E uma coleção de chinelos. Na vida dela, como acontece na de tantas jovens de sua idade, as palavras “Rihanna”, “Beyoncé” e “blogueira” caminham juntas. Fã das duas primeiras, ela inaugurou recentemente o Blog da Rafaella, em que aborda temas como “saúde íntima”, “relacionamentos afetivos” e “benefícios da música”. Para defender seus pontos de vista, usa pesquisas colhidas por “universidades da França”, pelo “British Journal of Psychology” e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Não é fácil reconhecê-la nos textos postados. Sobre a detecção do câncer de mama, por exemplo, ela escreve: “A ideia é que você conheça seus seios detalhadamente e saiba notar qualquer diferença que apareça, seja um caroço, protuberância ou até a eliminação de líquidos pelos mamilos”.
Rafa conta que, quando o irmão tatuou seu rosto no braço, ela nem notou: “A
gente estava em Barcelona, na cozinha de casa, e ele me perguntou: ‘Não
tá reparando?’”. Só aí ela disse: “Ah, você me fez!”. A lembrança da
cena desperta em Rafa uma suspeita: “Acho que ele queria que eu
chorasse”. Mas ela não chorou não. Pensar que tanto marmanjo, por muito
menos, beijaria os pés do craque aos prantos. (Glamurama)
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