A Força Aérea da França lançou, na noite de ontem, 15, uma série de bombardeios contra alvos potenciais em Raqqa, virtual quartel-general do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria. A intensificação das ações militares aconteceu 48 horas após os ataques de Paris e confirmam as ameaças feitas pelos principais dirigentes franceses. O envio de tropas de terra ao norte da Síria e ao Iraque ainda não foi oficialmente evocado, mas a escalada de declarações feitas pelo presidente, François Hollande, pelo premiê, Manuel Valls, e pelo ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian, indicam que a decisão é cada vez mais iminente.
O início do ataque foi anunciado na noite deste domingo pelo Ministério da Defesa. Dez aviões de caça da França realizaram ataques sobre Raqqa, no leste da Síria, contra alvos do Estado Islâmico. Entre os sítios visados estariam um posto de comando e um centro de treinamento. “O primeiro objetivo destruído era utilizado por Daech (sigla árabe do grupo terrorista) como posto de comando, centro de recrutamento jihadista e depósito de armas e munições. O segundo objetivo abrigava um campo de treinamento terrorista”, informou o ministério.
A intensificação da campanha francesa na Síria já se desenhava no Palácio do Eliseu nas últimas horas. Depois de Hollande, que na manhã de sábado classificou os atentados de 13 de novembro como "atos de guerra", afirmando que o Estado Islâmico seria combatido "sem piedade", à noite o primeiro-ministro, Manuel Valls, afirmou à rede de TV TF1 que a França "está em guerra". "E porque nós estamos em guerra, tomaremos as medidas excepcionais e atingiremos este inimigo até destruí-lo, aqui na França, na Europa, mas também na Síria e no Iraque", advertiu.
Jean-Yves Le Drian, ministro da Defesa, reforçou que os ataques de Paris significam uma contraofensiva. "A França foi atingida por um ato de guerra”, afirmou ao Journal de Dimanche (JDD). "Daech é um verdadeiro exército terrorista e nós devemos combatê-lo em todo lugar sem descanso. É o conjunto das capacidades de Daech que nós devemos visar." (Estadão)
O início do ataque foi anunciado na noite deste domingo pelo Ministério da Defesa. Dez aviões de caça da França realizaram ataques sobre Raqqa, no leste da Síria, contra alvos do Estado Islâmico. Entre os sítios visados estariam um posto de comando e um centro de treinamento. “O primeiro objetivo destruído era utilizado por Daech (sigla árabe do grupo terrorista) como posto de comando, centro de recrutamento jihadista e depósito de armas e munições. O segundo objetivo abrigava um campo de treinamento terrorista”, informou o ministério.
A intensificação da campanha francesa na Síria já se desenhava no Palácio do Eliseu nas últimas horas. Depois de Hollande, que na manhã de sábado classificou os atentados de 13 de novembro como "atos de guerra", afirmando que o Estado Islâmico seria combatido "sem piedade", à noite o primeiro-ministro, Manuel Valls, afirmou à rede de TV TF1 que a França "está em guerra". "E porque nós estamos em guerra, tomaremos as medidas excepcionais e atingiremos este inimigo até destruí-lo, aqui na França, na Europa, mas também na Síria e no Iraque", advertiu.
Jean-Yves Le Drian, ministro da Defesa, reforçou que os ataques de Paris significam uma contraofensiva. "A França foi atingida por um ato de guerra”, afirmou ao Journal de Dimanche (JDD). "Daech é um verdadeiro exército terrorista e nós devemos combatê-lo em todo lugar sem descanso. É o conjunto das capacidades de Daech que nós devemos visar." (Estadão)
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