A renúncia de Pedro Minowa à presidência do Clube do Remo deu fim a um capítulo, mas não à novela. A saída oficial do 'Anjo do Oriente' deixaria o comando do clube nas mãos do seu vice, Henrique Custódio, que, por sua vez, anunciou que também deixará o cargo.
A renúncia do vice-presidente, Henrique Custódio, deve acontecer nesta segunda-feira (9), segundo o próprio cartola, que alegou falta de tempo hábil para administrar o Leão, tendo em vista seus compromissos profissionais, como médico.
Desta forma, a presidência do Remo seguiria nas mãos de Manoel Ribeiro - mandatário do Condel (Conselho Deliberativo) -, que terá a missão de convocar uma comissão eleitoral e o presidente da Assembleia Geral do clube, Robério de Oliveira, para definir quando serão as novas eleições presidenciais da agremiação.
Indagado se haveria a possibilidade de assumir o lugar deixado por Minowa de forma efetiva, Manoel Ribeiro foi categórico: 'De jeito nenhum! Não existe qualquer chance disso'.
Por outro lado, uma lista de possíveis candidatos já começou a ser confeccionada nos bastidores remistas e o advogado André Cavalcante é um dos integrantes. 'Nunca vou dizer não para os interesses do Remo. Se acharem que posso ser esta pessoa, estarei à disposição, mas posso dizer que não é uma prioridade para mim', ressaltou.
Independente da candidatura, Cavalcante salientou a importância da agilidade na decisão do caso. 'Se tiver que acontecer uma nova eleição, acredito que deve ser realizada o mais breve possível, até o final deste ano, para que o presidente empossado já comece a trabalhar no biênio de 2016 e 2017. Não existe um prazo definido no estatuto, mas penso que o bom senso prevalecerá quanto à marcação da data do pleito', disse.
Pedro Minowa e Henrique Custódio formaram a chapa da oposição composta por Zeca Pirão e Marco Antônio Pina 'Magnata', nas primeiras eleições com voto direto da história do Remo. Eles assumiram em janeiro deste ano de 2015 e, marcados por problemas administrativos, pediram licença. O mandato deveria acabar somente em dezembro de 2016. (OrmNews)
A renúncia do vice-presidente, Henrique Custódio, deve acontecer nesta segunda-feira (9), segundo o próprio cartola, que alegou falta de tempo hábil para administrar o Leão, tendo em vista seus compromissos profissionais, como médico.
Desta forma, a presidência do Remo seguiria nas mãos de Manoel Ribeiro - mandatário do Condel (Conselho Deliberativo) -, que terá a missão de convocar uma comissão eleitoral e o presidente da Assembleia Geral do clube, Robério de Oliveira, para definir quando serão as novas eleições presidenciais da agremiação.
Indagado se haveria a possibilidade de assumir o lugar deixado por Minowa de forma efetiva, Manoel Ribeiro foi categórico: 'De jeito nenhum! Não existe qualquer chance disso'.
Por outro lado, uma lista de possíveis candidatos já começou a ser confeccionada nos bastidores remistas e o advogado André Cavalcante é um dos integrantes. 'Nunca vou dizer não para os interesses do Remo. Se acharem que posso ser esta pessoa, estarei à disposição, mas posso dizer que não é uma prioridade para mim', ressaltou.
Independente da candidatura, Cavalcante salientou a importância da agilidade na decisão do caso. 'Se tiver que acontecer uma nova eleição, acredito que deve ser realizada o mais breve possível, até o final deste ano, para que o presidente empossado já comece a trabalhar no biênio de 2016 e 2017. Não existe um prazo definido no estatuto, mas penso que o bom senso prevalecerá quanto à marcação da data do pleito', disse.
Pedro Minowa e Henrique Custódio formaram a chapa da oposição composta por Zeca Pirão e Marco Antônio Pina 'Magnata', nas primeiras eleições com voto direto da história do Remo. Eles assumiram em janeiro deste ano de 2015 e, marcados por problemas administrativos, pediram licença. O mandato deveria acabar somente em dezembro de 2016. (OrmNews)
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