Diante da investida chinesa sobre os atletas brasileiros, que levou ao desmanche de parte do time titular corintiano, o São Paulo decidiu procurar a Fifa para evitar que a onda atinja o Morumbi.
Após o clube tomar conhecimento de interesse do Hebei China Fortune pelo meia Paulo Henrique Ganso, o departamento jurídico do time do Morumbi enviou notificação à entidade que controla o futebol mundial. O objetivo é barrar o que o clube considera "aliciamento" de jogadores.
O São Paulo espera que providências sejam tomadas pela Fifa para impedir negociações como as de Renato Augusto, Jadson e Ralf, os três do Corinthians.
Segundo o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, os métodos chineses se opõem às regras do futebol. "Se tentam tirar um jogador do nosso clube sem falar com a gente, isso é aliciamento. Assim é a lei da Fifa", afirma Leco. "Não vamos ficar apenas assistindo. Decidimos tomar providências. O que os chineses fizeram no Corinthians é aliciamento também. É uma medida que ninguém tomou. O Corinthians não tomou, ninguém tomou", completou.
Após o clube tomar conhecimento de interesse do Hebei China Fortune pelo meia Paulo Henrique Ganso, o departamento jurídico do time do Morumbi enviou notificação à entidade que controla o futebol mundial. O objetivo é barrar o que o clube considera "aliciamento" de jogadores.
O São Paulo espera que providências sejam tomadas pela Fifa para impedir negociações como as de Renato Augusto, Jadson e Ralf, os três do Corinthians.
Segundo o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, os métodos chineses se opõem às regras do futebol. "Se tentam tirar um jogador do nosso clube sem falar com a gente, isso é aliciamento. Assim é a lei da Fifa", afirma Leco. "Não vamos ficar apenas assistindo. Decidimos tomar providências. O que os chineses fizeram no Corinthians é aliciamento também. É uma medida que ninguém tomou. O Corinthians não tomou, ninguém tomou", completou.
Ganso fica? - No último dia 7, em entrevista coletiva, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, afirmou que não havia nada a ser feito diante da chegada dos chineses.
Na conversa com o empresário de Ganso, Giuseppe Diogardi, o São Paulo
propôs o início das negociações para a renovação do contrato do meia,
mas o empresário pediu um tempo para começar a falar sobre o assunto."Houve de fato essa conversa. Como estou ainda viajando muito, pedi que o
encontro para falar da renovação do contrato acontecesse depois disso",
disse Diogardi à reportagem.
O São Paulo tem 32% dos direitos de Ganso. Os outros 68% são da empresa DIS, que investiu na contratação do meia, em setembro de 2012. Há um acordo entre as duas partes para que o jogador seja liberado pelo clube caso apareça uma proposta de 25 milhões de euros (R$ 110 milhões).
Segundo o especialista em direito desportivo Marcos Motta, que atua na Fifa, a movimentação dos chineses pode ser contestada na entidade, mas é necessário que o clube apresente provas. "O estatuto da Fifa é muito claro sobre isso. Se um clube quer procurar um jogador que está sob contrato, o primeiro a saber tem de ser o clube ao qual ele é vinculado. Portanto, pode haver uma notificação, mas é preciso provar que houve essa procura", afirma Motta.
Comprovado o aliciamento, continua ele, a Fifa poderia decidir por uma advertência ao clube ou mesmo impedir o time de contratar, o que seria bastante improvável. (Folha de SP)

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