Autor: Emir Bemerguy
A mim perguntas, bela adolescente,
(Pois desta vida quase nada entendes),
Como defino o Amor onipotente,
Cujos caprichos - dizes - não compreendes.
Do amor, menina, foge muita gente
Como se corre, à noite, dos duendes...
Contraditório, ilógico, exigente,
Sem amor, choras... Se amas, te arrependes...
Amor... Queixume no planar das liras...
Luz que norteia o peregrino ao léu...
A mais encantadora das mentiras!...
Amor... Tem prantos e sorrisos ternos...
Pode mostrar-nos o esplendor do céu
E os suplícios de todos os infernos!...
Leia mais aqui >Cantinho do Emir

Nenhum comentário:
Postar um comentário