Um bando de dez pessoas armadas assaltou a cobertura do edifício Luiz Porciúncula, no bairro do Jurunas, em Belém, na madrugada de ontem. O vigilante da travessa dos Tupinambás e o porteiro do prédio foram dominados por um assaltante cada. O portão que fica na Tupinambás foi arrancado para que os três veículos do bando pudessem entrar. O barulho chamou atenção dos moradores, mas muitos sequer desconfiaram da ação que durou quase três horas. Os moradores da cobertura sofreram várias ameaças para abrir o cofre. Estima-se que mais de R$ 200 mil em joias, dinheiro e títulos tenham sido roubados.
O delegado Jerônimo Coelho, da delegacia do Jurunas, disse que tomou conhecimento do crime e imediatamente destacou uma equipe para iniciar as investigações. Ele aguardava para colher os depoimentos das vítimas. As imagens das câmeras de segurança foram solicitadas à administração do condomínio para que a polícia tente identificar os criminosos e os veículos usados por eles. A primeira hipótese é de uma “parada dada”, que é quando o criminoso tem informações privilegiadas sobre a vítima e o ambiente.
“Tanto o vigilante da rua quanto o porteiro, segundo relatos, não se machucaram, mas ficaram sob ameaça da quadrilha, que chegou por volta das 2h. Os assaltantes ficaram por três horas no prédio e foram precisos em ir atrás do cofre, mesmo com todo o movimento de pessoas no edifício. Já estamos com uma equipe em campo para investigar o caso”, afirmou o delegado Jerônimo Coelho. Ninguém no prédio quis ser entrevistado. Vizinhos apenas ouviram falar do assalto, mas não sabiam dar informações precisas. (Jornal Amazônia)
O delegado Jerônimo Coelho, da delegacia do Jurunas, disse que tomou conhecimento do crime e imediatamente destacou uma equipe para iniciar as investigações. Ele aguardava para colher os depoimentos das vítimas. As imagens das câmeras de segurança foram solicitadas à administração do condomínio para que a polícia tente identificar os criminosos e os veículos usados por eles. A primeira hipótese é de uma “parada dada”, que é quando o criminoso tem informações privilegiadas sobre a vítima e o ambiente.
“Tanto o vigilante da rua quanto o porteiro, segundo relatos, não se machucaram, mas ficaram sob ameaça da quadrilha, que chegou por volta das 2h. Os assaltantes ficaram por três horas no prédio e foram precisos em ir atrás do cofre, mesmo com todo o movimento de pessoas no edifício. Já estamos com uma equipe em campo para investigar o caso”, afirmou o delegado Jerônimo Coelho. Ninguém no prédio quis ser entrevistado. Vizinhos apenas ouviram falar do assalto, mas não sabiam dar informações precisas. (Jornal Amazônia)
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