De acordo com o juiz, os advogados apresentam inúmeros pedidos de produção de prova para atrasar o fim da ação penal.
Moro disse que os advogados de Zelada alegaram cerceamento de defesa pelo indeferimento da oitiva de uma testemunha que mora nos Estados Unidos. Segundo o magistrado, os Estados Unidos só cumprem acordos de cooperação quando as testemunhas são arroladas pela acusação. Para Moro, se há um obstáculo imposto pela Justiça americana, e não pela brasileira, não há cerceamento de defesa.
Sérgio Moro ressalta que os advogados do ex-diretor da Petrobras não esclareceram a origem de 11,5 milhões de euros encontrados em contas não declaradas por Zelada no exterior, mas apresentou inúmeros requerimentos para retardar o fim do processo.
"No processo ou fora dele, em manifestos ou entrevistas a jornais, reclamam da condução do processo, imaginando uma fantasiosa perseguição aos seus clientes, sem, porém, refutar as provas apresentadas pela acusação, e não só as declarações dos colaboradores, mas a prova documental que, em geral, as acompanha, como no caso a prova documental da fortuna mantida em segredo pelo acusado Jorge Luiz Zelada no exterior", argumentou Moro.
No mês passado, mais de 100 advogados publicaram, em diversos jornais do país, uma carta aberta na qual criticaram a condução da Operação Lava Jato. Para os advogados, a investigação desrespeita os direitos e garantias fundamentais dos acusados.
Moro vira 'caça-corrupto' na capa de revista americana
O juiz Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato, se tornou personagem principal de uma matéria de capa da revista “Americas Quartely”, editada pelo “Americas Society/ Council of the Americas”, ao lado de outros quatro colegas que estão na linha de frente da investigação contra a corrupção na América Latina. Na montagem, ele aparece vestido de “caça-corrupto”, em uma alusão ao filme “Os caça- fantasmas.
Segundo a reportagem, “Sérgio Moro é uma estrela, e não há nenhum mistério sobre a razão. O jovem juiz brasileiro abriu a tampa de um esquema de corrupção de longo alcance que já tinha desviado mais de US$ 3 bilhões da Petrobras”. A revista destaca ainda que “grandes políticos e importantes empresários” tem sido presos pelo magistrado da Justiça Federal do Paraná.
Moro aparece ao lado do promotor colombiano Iván Velásquez e sa procuradorageral da Guatemala, Thelma Aldana, cuja investigação conjunta levou à prisão de um presidente da Guatemala; do procurador peruano José Ugaz e da ativista mexicana Viridiana Rios. “Estamos maravilhados com eles. E nós esperamos que eles continuam a ter grande sucesso”, disse Brian Winter, editor- chefe da “Americas Quarterly”.
Segundo a reportagem, “Sérgio Moro é uma estrela, e não há nenhum mistério sobre a razão. O jovem juiz brasileiro abriu a tampa de um esquema de corrupção de longo alcance que já tinha desviado mais de US$ 3 bilhões da Petrobras”. A revista destaca ainda que “grandes políticos e importantes empresários” tem sido presos pelo magistrado da Justiça Federal do Paraná.
Moro aparece ao lado do promotor colombiano Iván Velásquez e sa procuradorageral da Guatemala, Thelma Aldana, cuja investigação conjunta levou à prisão de um presidente da Guatemala; do procurador peruano José Ugaz e da ativista mexicana Viridiana Rios. “Estamos maravilhados com eles. E nós esperamos que eles continuam a ter grande sucesso”, disse Brian Winter, editor- chefe da “Americas Quarterly”.
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