Milhares de pessoas participaram ontem pela manhã, em Belém, da manifestação contra a corrupção e em defesa do juiz Sérgio Moro, que atua na operação Lava Jato, contra o PT e contra a presidente Dilma Rousseff. O número de manifestantes variou entre 20 mil e 80 mil, de acordo com estimativas dos grupos que participaram da manifestação. Ao fim do ato público, a Polícia Militar informou que não iria se manifestar sobre a estimativa de pessoas. Mas acrescentou que foi tranquila a manifestação, que começou por volta das 9h30, durou mais de três horas e terminou na avenida Visconde de Souza Franco (Doca).
Muita gente levou para as ruas bonecos com as figuras do ex-presidente Lula e da presidente Dilma. O primeiro estava com a roupa de presidiário e o número 171, que, no Código Penal Brasileiro, tipifica o crime de estelionato. Já o boneco de Dilma trazia uma faixa com a palavra impeachment.
Em um dos veículos usados na manifestação, havia estruturas simulando celas, nas quais estavam encarcerados, entre outros, o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, Nestor Cerveró (ex-diretor da Petrobrás), José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil), João Vacari (ex-secretário de Finanças do PT) e João Santana (marqueteiro do PT), entre outros, e, no centro, uma imagem do juiz Sérgio Moro. Também havia pessoas carregando cartazes pedindo intervenção militar. Muitas pessoas usavam camisas verdes e amarelas e, também, camisas da Seleção Brasileira.
O defensor público Carlos Eduardo Barros, de 36 anos, usou um uniforme de presidiário e uma máscara do ex-presidente Lula e o número “13#171”. “Essa figura representa a minha indignação com a situação do Brasil”, afirmou. Ediê Ronaldo, de 47 anos, foi para as ruas carregando uma casa de papelão, iguais às usadas para pagar promessas no Círio de Nazaré. Na caixa, a seguinte frase: “Ó Virgem de Nazaré, liberta o Brasil de tanta corrupção”. “Sou radialista, cabeleireiro e músico, que, como todo brasileiro, não consegue viver com uma profissão só”, disse. Sobre sua participação no protesto, Ediê afirmou: “É o mínimo que cada brasileiro pode fazer, para manifestar seu repúdio e sua revolta”, disse.
Muitos acompanharam o ato público em bicicletas. Um deles foi o motorista Adelino Souza, 52 anos. Ele carregou um cartaz com a mensagem: “Eu apoio Sérgio Moro”. Segundo Adelino, sua intenção em participar da manifestação é para melhorar a situação do País, “que cada vez mais está difícil”.
Por volta das 9h50, um dos vários trios elétricos parou na avenida Presidente Vargas, pouco depois da rua Riachuelo. E alguém, de cima do veículo, anunciou que, naquele momento, já tinha mais de 300 mil pessoas participando das manifestações em todo o País. E convocou todos a cantarem o Hino Nacional, cena essa que se repetiu em outros momentos ao longo do trajeto de mais de três quilômetros.
Durante o percurso, e do alto dos apartamentos, os moradores acenavam com camisas amarelas e verdes, camisas da seleção e balões amarelos. Muitas pessoas também usavam narizes de palhaços. Políticos também participaram do ato público. Por volta das 11 horas, e de cima de um outro trio elétrico, vinha a informação de que, depois de São Paulo e Rio de Janeiro, a manifestação em Belém já era a terceira maior do País.
Segurança - O coronel Dilson Júnior, comandante do Policiamento da Capital (CPC), disse que acompanharam a manifestação 550 policiais militares, além de 150 agentes dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública - Polícia Civil, Detran, Semob, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros.
No final da manifestação, por volta das 13 horas, o coronel disse que o ato público foi tranquilo, sem ocorrências de roubos e furtos. Mas informou que a corporação não iria se manifestar sobre a estimativa de público.
A concentração ocorreu na escadinha da Estação das Docas. O ato começou na avenida Presidente Vargas. Os manifestantes seguiram, depois, pela avenida Nazaré, travessa Quintino Bocaiúva, rua Boaventura da Silva e Doca, onde ocorreu a dispersão.
Muita gente levou para as ruas bonecos com as figuras do ex-presidente Lula e da presidente Dilma. O primeiro estava com a roupa de presidiário e o número 171, que, no Código Penal Brasileiro, tipifica o crime de estelionato. Já o boneco de Dilma trazia uma faixa com a palavra impeachment.
Em um dos veículos usados na manifestação, havia estruturas simulando celas, nas quais estavam encarcerados, entre outros, o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, Nestor Cerveró (ex-diretor da Petrobrás), José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil), João Vacari (ex-secretário de Finanças do PT) e João Santana (marqueteiro do PT), entre outros, e, no centro, uma imagem do juiz Sérgio Moro. Também havia pessoas carregando cartazes pedindo intervenção militar. Muitas pessoas usavam camisas verdes e amarelas e, também, camisas da Seleção Brasileira.
O defensor público Carlos Eduardo Barros, de 36 anos, usou um uniforme de presidiário e uma máscara do ex-presidente Lula e o número “13#171”. “Essa figura representa a minha indignação com a situação do Brasil”, afirmou. Ediê Ronaldo, de 47 anos, foi para as ruas carregando uma casa de papelão, iguais às usadas para pagar promessas no Círio de Nazaré. Na caixa, a seguinte frase: “Ó Virgem de Nazaré, liberta o Brasil de tanta corrupção”. “Sou radialista, cabeleireiro e músico, que, como todo brasileiro, não consegue viver com uma profissão só”, disse. Sobre sua participação no protesto, Ediê afirmou: “É o mínimo que cada brasileiro pode fazer, para manifestar seu repúdio e sua revolta”, disse.
Muitos acompanharam o ato público em bicicletas. Um deles foi o motorista Adelino Souza, 52 anos. Ele carregou um cartaz com a mensagem: “Eu apoio Sérgio Moro”. Segundo Adelino, sua intenção em participar da manifestação é para melhorar a situação do País, “que cada vez mais está difícil”.
Por volta das 9h50, um dos vários trios elétricos parou na avenida Presidente Vargas, pouco depois da rua Riachuelo. E alguém, de cima do veículo, anunciou que, naquele momento, já tinha mais de 300 mil pessoas participando das manifestações em todo o País. E convocou todos a cantarem o Hino Nacional, cena essa que se repetiu em outros momentos ao longo do trajeto de mais de três quilômetros.
Durante o percurso, e do alto dos apartamentos, os moradores acenavam com camisas amarelas e verdes, camisas da seleção e balões amarelos. Muitas pessoas também usavam narizes de palhaços. Políticos também participaram do ato público. Por volta das 11 horas, e de cima de um outro trio elétrico, vinha a informação de que, depois de São Paulo e Rio de Janeiro, a manifestação em Belém já era a terceira maior do País.
Segurança - O coronel Dilson Júnior, comandante do Policiamento da Capital (CPC), disse que acompanharam a manifestação 550 policiais militares, além de 150 agentes dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública - Polícia Civil, Detran, Semob, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros.
No final da manifestação, por volta das 13 horas, o coronel disse que o ato público foi tranquilo, sem ocorrências de roubos e furtos. Mas informou que a corporação não iria se manifestar sobre a estimativa de público.
A concentração ocorreu na escadinha da Estação das Docas. O ato começou na avenida Presidente Vargas. Os manifestantes seguiram, depois, pela avenida Nazaré, travessa Quintino Bocaiúva, rua Boaventura da Silva e Doca, onde ocorreu a dispersão.



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