Em entrevista, o ministro da Casa Civil Jaques Wagner disse nesta segunda-feira que o objetivo do juiz Sérgio Moro é criminalizar a política. Segundo ele, o "rei da festa", no caso, os protestos, foi o juiz que conduz, ao lado da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, as investigações da Lava-Jato. — O Moro quando escreveu aquele negócio dele da Operação Mãos Limpas, e ele está quase chegando no seu objetivo, da criminalização da política. Alguma vez teve algo tão espetaculoso durante tanto tempo? — questionou.
O ministro sustentou que as manifestações atingiram à classe política como um todo, sem poupar a oposição. — O Aécio veio achando que ia chegar e ia ser o rei da festa. O rei da festa foi o Moro. O Moro e outras coisas preocupantes — disse, emendando depois: — Os parlamentares da oposição não tiveram beneplácito. Quem achou que ia faturar, não faturou — pontuou.
Jaques Wagner disse ainda que o impeachment deve ser “exceção da exceção”, e que não se pode querer consertar a economia com a retirada da presidente Dilma Rousseff. Para ele, um eventual impedimento “paralisaria” o Brasil pelo resto do ano. O ministro disse estar preocupado com a negação da política nas manifestações, o que chamou de um viés autoritário. Wagner também ressaltou que o governo tem “seguramente” maioria para barrar o impeachment na Câmara dos Deputados. — O impeachment não é remédio para crise nem para impopularidade. Tem que ser a exceção da exceção — declarou.
O ministro sustentou que as manifestações atingiram à classe política como um todo, sem poupar a oposição. — O Aécio veio achando que ia chegar e ia ser o rei da festa. O rei da festa foi o Moro. O Moro e outras coisas preocupantes — disse, emendando depois: — Os parlamentares da oposição não tiveram beneplácito. Quem achou que ia faturar, não faturou — pontuou.
Jaques Wagner disse ainda que o impeachment deve ser “exceção da exceção”, e que não se pode querer consertar a economia com a retirada da presidente Dilma Rousseff. Para ele, um eventual impedimento “paralisaria” o Brasil pelo resto do ano. O ministro disse estar preocupado com a negação da política nas manifestações, o que chamou de um viés autoritário. Wagner também ressaltou que o governo tem “seguramente” maioria para barrar o impeachment na Câmara dos Deputados. — O impeachment não é remédio para crise nem para impopularidade. Tem que ser a exceção da exceção — declarou.

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