No site "O Antagonista"
Lula iniciará em abril uma campanha eleitoral antecipada – o que, óbvio, é proibido – para voltar a ser presidente em 2018. Rui Falcão, presidente do PT, tenta disfarçar a intenção encaixando um "se necessário" no discurso, mas, ao adiantar o slogan ("Brasil urgente, Lula presidente"), não convence ninguém e já infringe a lei, que não permite ao candidato sequer citar o cargo cobiçado.
Não será estranho se Lula passar a apoiar a cassação de Dilma via TSE, convocando-se, assim, novas eleições já em 2016. Vale tudo para tentar escapar da prisão.
O dossiê foi levado a Jaques Wagner no fim do ano passado por um aloprado da PF: o policial Flávio Werneck, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal.
A reportagem conta que o dossiê acusa o juiz Sergio Moro, os procuradores e os delegados da Lava Jato “de estarem a serviço de um grande plano do PSDB para implodir o PT e o governo. Um diagrama com fotos anexado ao dossiê tenta estabelecer essas conexões.
Em vez de expulsar o policial aloprado de seu gabinete, Jaques Wagner - que já está com um pé na cadeia por seu envolvimento com o Petrolão - prometeu encaminhar o dossiê a "um promotor baiano de sua confiança para dar sequência ao assunto".
Não será estranho se Lula passar a apoiar a cassação de Dilma via TSE, convocando-se, assim, novas eleições já em 2016. Vale tudo para tentar escapar da prisão.
O plano do governo para enlamear a Lava Jato
Jaques Wagner tem de ser preso. Segundo a Veja, ele está armando um dossiê contra a Lava Jato.O dossiê foi levado a Jaques Wagner no fim do ano passado por um aloprado da PF: o policial Flávio Werneck, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal.
A reportagem conta que o dossiê acusa o juiz Sergio Moro, os procuradores e os delegados da Lava Jato “de estarem a serviço de um grande plano do PSDB para implodir o PT e o governo. Um diagrama com fotos anexado ao dossiê tenta estabelecer essas conexões.
Em vez de expulsar o policial aloprado de seu gabinete, Jaques Wagner - que já está com um pé na cadeia por seu envolvimento com o Petrolão - prometeu encaminhar o dossiê a "um promotor baiano de sua confiança para dar sequência ao assunto".
Flávio Werneck foi candidato a deputado federal pelo PDT em 2014. Em
2011, ele ganhou um cargo comissionado na secretaria da Saúde de Agnelo
Queiroz, o governador petista do DF acusado de envolvimento com
Carlinhos Cachoeira - justamente na área da Saúde.
Um
investigador da Lava Jato consultado por O Antagonista disse que Flávio
Werneck, como sindicalista, sempre assediou os policiais federais que
trabalham na operação.
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