Na Suíça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, comentou as gravações de conversas do ex-presidente Lula divulgadas na quarta-feira e rebateu as críticas de Lula, que reclamou da falta de gratidão de Janot, nomeado para a Procuradoria Geral da República em 2013. Janot disse que chegou a essa posição por mérito próprio, que estudou muito e que, se tem que agradecer a alguém, é à família dele.
Janot também afirmou que o foro privilegiado de Lula não vai impedir os trabalhos da Justiça e disse que ser ministro não blinda ninguém. Ele vai pegar os processos que estão em Curitiba e levar para o Supremo Tribunal Federal para terem continuidade.
Questionado pela repórter Bianca Rothier, da GloboNews, se sentiu-se pressionado pelas críticas do ex-presidente Lula, o procurador-geral disse que não. "O Ministério Público tem que ter couro grosso. O Ministério Público mexe com a liberdade das pessoas, com o patrimônio das pessoas, e é normal que as pessoas reajam. O Ministério Público tem que agir com tranquilidade, tecnicamente, mas destemidamente. O Ministério Público não tem medo de nada", completou Rodrigo Janot.
“O Brasil atravessa um problema e a gente tem que ter calma para enfrentar esse problema. A pauta política não pode contaminar a pauta jurídica, e eu vou atuar desta maneira, juridicamente, tecnicamente, sem nenhuma contaminação política de um lado ou de outro”, ressaltou Janot.
Janot também afirmou que o foro privilegiado de Lula não vai impedir os trabalhos da Justiça e disse que ser ministro não blinda ninguém. Ele vai pegar os processos que estão em Curitiba e levar para o Supremo Tribunal Federal para terem continuidade.
Questionado pela repórter Bianca Rothier, da GloboNews, se sentiu-se pressionado pelas críticas do ex-presidente Lula, o procurador-geral disse que não. "O Ministério Público tem que ter couro grosso. O Ministério Público mexe com a liberdade das pessoas, com o patrimônio das pessoas, e é normal que as pessoas reajam. O Ministério Público tem que agir com tranquilidade, tecnicamente, mas destemidamente. O Ministério Público não tem medo de nada", completou Rodrigo Janot.
“O Brasil atravessa um problema e a gente tem que ter calma para enfrentar esse problema. A pauta política não pode contaminar a pauta jurídica, e eu vou atuar desta maneira, juridicamente, tecnicamente, sem nenhuma contaminação política de um lado ou de outro”, ressaltou Janot.
Só pra lembrar...
Na conversa grampeada com Sigmaringa Seixas, Lula se
queixa de Rodrigo Janot e o outro diz que ele é cheio de formalidades.
Aí Lula: “Esse cara se fosse normal não seria procurador-geral da
Republica, teria tomado no c..., teria ficado em terceiro lugar. Quando
eles precisam não tem formalidade, quando a gente precisa é cheio de
formalidade”.

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