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quarta-feira, 20 de abril de 2016

BASA/CAPAF, ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA E LAZER

Por Francisco Sidou, jornalista e aposentado do Banco da Amazônia

As primeiras ações de Marivaldo Melo como presidente do Banco da Amazônia revelam disposição em buscar o entendimento com atitudes positivas que têm tido boa repercussão junto à comunidade bancreveana. Sinaliza que ele veio com a missão de construir pontes ao invés de erigir novos muros. Foi assim, por exemplo, quando determinou o pagamento dos benefícios de aposentados e pensionistas na mesma data dos servidores em atividade. Em tese, isso seria absolutamente normal em situações normais.

Mas, na prática, isso não vinha ocorrendo há mais de quatro anos e por motivação menor. Quando da implantação meio "à fórceps" dos novos Planos Saldados (salgados) da CAPAF , em 2011/2012 , houve muita resistência ao "modus faciendi" de convencimento utilizado pelos agentes do patrocinador e da milionária consultoria internacional contratada, a peso de ouro, para essa missão. Os aposentados e pensionistas sofreram assédio moral explícito e até telefonemas assustadores para suas residências, em horários de almoço, ameaçando familiares quanto a possibilidade de perderem seus benefícios caso não "aderissem " aos novos planos, mesmo renunciando a históricos direitos adquiridos.

Note-se que os aposentados e pensionistas são pessoas com mais de 60 anos, na fase outonal da vida, após dedicarem sua força laboral, alguns por mais de 30 anos, ao Banco da Amazônia, contribuindo decisivamente para seu crescimento e expansão. As lideranças dos aposentados e pensionistas, representadas pelos dirigentes da AABA (Associação dos Aposentados ) e os conselheiros eleitos para os Conselhos da CAPAF reagiram a esse processo autoritário e passaram a esclarecer os colegas sobre a natureza dos novos planos e sobre suas possíveis perdas em caso de adesão.

Um artigo de minha autoria, com o título "S.O.S CAPAF", publicado em "O Liberal" e depois reproduzido nos sites da AEBA , do Sindicato dos Bancários do Maranhão e nos blogs "O Mocorongo" e "Espaço Aberto" , escancarou para a sociedade os meandros da Questão CAPAF e os equívocos praticados nas várias e frustradas tentativas de sua solução na base da prepotência no estilo do Plano Collor, com apenas uma bala na agulha.

Como retaliação, tentaram cassar por três vezes o mandato deste jornalista e representante eleito no Conselho Deliberativo da CAPAF, além de promoverem uma ação de despejo da AABA das instalações que vinha ocupando há mais de 20 anos no quintal do prédio da entidade, onde funcionava um espaço de convivência e lazer.

As motivações alegadas seriam de ordem administrativa, por necessidade dos serviços, mas decorridos mais de dois anos, as instalações antes ocupadas pela AABA continuam ociosas e servindo apenas de depósitos para materiais inservíveis.

Enquanto isso, os aposentados e pensionistas, que perderam sua referência como espaço de convivência e lazer, perambulam pelos corredores do prédio da CAPAF e do posto do Basa, em busca de "novidades" ou de um simples bate-papo com algum colega sobrevivente para rememorar seus feitos e "causos" que ainda conseguem lembrar. Isso faz bem à sua saúde, pois evita a depressão provocada pela solidão, notadamente daqueles que moram sozinhos, por já terem perdido também a convivência com seus familiares.

Outro fato relevante que conspira a favor desse pleito é ocorrência de dois assaltos ao PAB-CAPAF, em dias de pagamento. Quando funcionava ali o Espaço dos Aposentados a ação dos meliantes era dificultada pela circulação de pessoas (aposentados, pensionistas e seus dependentes/procuradores) nos corredores que levam ao Posto do Basa.

Em nome desses colegas (aposentados e pensionistas) , alguns já bastante fragilizados pelos achaques próprios da idade avançada, ouso apelar ao presidente Marivaldo Melo que mande reestudar a possibilidade de ser reaberto um Espaço de Convivência e Lazer para os aposentados e pensionistas nas antigas instalações ocupadas por mais de 20 anos pela AABA, nos fundos do prédio da CAPAF.

Será um gesto de nobreza, que será muito bem recebido e terá grande repercussão, inclusive pelo seu alto significado em termos sociais e de distensão no relacionamento com antigos e dedicados colaboradores do Banco da Amazônia, instituição a que se orgulham de ter servido.

Do editor (Ercio Bemerguy) deste blog:
Caro Sidou: Em conversa com colegas nossos, aposentados, ouço deles as declarações de insatisfação, de revolta, de decepção, enfim, de intensa mágoa, decorrentes da demora do atual presidente do BASA não atender os inúmeros apelos que já foram feitos por você e por este blog, no sentido de que fosse autorizada a reativação do Espaço de Lazer, no prédio da Capaf. E o pior: o Marivaldo não comenta, não fala nada sobre o assunto. Lamentável!
Ambiente que a Capaf proporciona aos "velhinhos" para que eles conversem, dividindo seus sofrimentos e sua imensa decepção com o tratamento indigno que recebem da direção da Capaf e do Basa.

17 comentários:

  1. Fora Marivaldo! Fora Nivaldo (interventor da Capaf)!

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  2. E muitos velhinhos acreditaram que um presidente "da casa" iria respeita-los. Pura ilusão !

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  3. Comungo da opinião do anônimo das 12:29

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  4. Tomara que essa dupla - Marivaldo e Nivaldo - saia logo do comando do Basa e da Capaf.

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  5. É uma pura sacanagem que fazem com os aposentados e pensionistas da Capaf. Eles têm o direito de dispor de um cantinho para o seu lazer e encontro com os amigos. Viva o Sidou! Viva este blog!

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  6. Eu nunca me enganei com essa gente que não mostra nenhuma sensibilidade para pelo menos respeitar os velhinhos da Capaf.

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  7. É a tal AABA? Não diz nada sobre o assunto? Não desembarca do puxasaquismo do Marivaldo e o Nivaldo? Aí tem!

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  8. O que querem, o Sidou e anônimos? Tem o espaço da AABA para se confraternizarem, jogar dominó e lembrar de antigas urgias (no bom sentido!)

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  9. Caro anônimo das 19h07: costumo dizer o que penso em artigos assinados, sem recorrer ao anonimato para atacar pessoas. Defendo ideias e ideais. E sempre tive um lado, o da justiça, contra a arrogância, a prepotência e o autoritarismo de pequenos títeres e seus agentes amestrados.Respeito a divergência e a diversidade, não só de opiniões, mas, também, de opções. Logo, não perca seu tempo se escondendo no biombo do anonimato, que não vai me atingir.Não costumo dar valor a quem não tem coragem de assumir posições nem defender suas opiniões livremente e sem medo.Passe bem !

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  10. Égua, eu não aguento mais: o Sidou ainda continua falando de sua triste passagem pelo Conselho Deliberativo da Capaf. Lá, ele só fomentou intrigas e fofocas. Atualmente, depois de esculhambar com o presidente Madson, da Casf, está assessorando a entidade, escrevendo artigos e notas com elogios à administração da entidade. Cara de Pau... Estarei sempre vigilante neste e em outros blogs, facebook, etc. J.Almeida

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  11. FELIZ ANIVERSÁRIO, SIDOU! E não liga para esses eternos reclamadores. São como os petistas, só sabem fazer oposição.

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  12. Fiz uma pesquisa, ouvindo 20 aposentados, e o resultado foi este: 18 deles não frequentam a sede da Aaba. Preferem que a sala de lazer seja na sede da Capaf.

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  13. Engrossando as notícias veiculadas neste blog sobre o mesmo assunto, o colega Ribamar Fonseca, em seu próprio blog, comentou em agosto de 2014:
    “Até o dia 30 de setembro próximo a Associação dos Aposentados do Banco da Amazonia (AABA) terá de deixar o prédio-sede da Caixa de Aposentadoria Complementar dos Funcionários do Basa (CAPAF), situado na avenida Generalíssimo Deodoro, em Belém. O despejo decorre de uma decisão judicial favorável a uma ação movida pela CAPAF, em represália à posição dos aposentados e pensionistas, por terem rejeitado um plano prejudicial aos seus interesses”.
    Quando a AABA foi convidada a se instalar nos fundos do prédio que serve de sede à CAPAF já existia um número apreciável de ações contra a CAPAF e o BASA, promovidas por aposentados que, por este ou aquele motivo, se julgavam prejudicados em decorrência de decisões adotadas pelas duas instituições.
    Louve-se, portanto, a clarividência e o desprendimento dos dirigentes do BASA e da CAPAF naquele momento, que se abstiveram de levar em conta as divergências que explicavam a existência dessas ações, preferindo pensar unicamente na situação de conforto a que levaria a reunião dos órgãos de interesse dos aposentados em um só endereço.
    Infelizmente os cérebros não são iguais: Assim como os há capazes de decisões como aquela que, mesmo em meio a situações de turbulência, proporcionou aos aposentados uma indiscutível situação de conforto, há aqueles que cultivaram os pobres “genários” como simples inimigos, simplesmente por não se filiarem às idéias defendidas por “neurônios malformados”.
    Penso, no entanto, que o nosso aguerrido colega Sidou deveria passar da palavra à ação, organizando um “grupo de trabalho” ou uma comissão, ou uma “escolta”, escolhidos dentre o universo de aposentados que ele conhece tão bem, para explicar ao Presidente do Banco, de viva voz, a necessidade de ser restaurado um local aonde os “genários” possam exercer o saudável hábito de se congraçar.
    Fazer os pobres velhinhos, na sua ânsia diária por comunicação, deslocarem-se em direção às proximidades de um longínquo cemitério, aonde irão ao encontro não sei do que, é exigir demais de suas futuras caveiras.
    Entendo que o atual Presidente do Banco deu mostras de estar sensível ao problema; mas, a dificuldade não será transposta em meio a blogs, sites ou recados.

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  14. Disto já sabíamos, que a Aaba foi despejada, e que o pedido foi feito pela Capaf. Mas isto não justifica o fato de o Agildo e o Sirotheau não fazerem absolutamente nada para que o Espaço de Lazer seja reativado. As eleições para mudança da diretoria da Aaba virão e os associados darão o troco nessa dupla que recebe bons salários pagos pelos velhinhos que hoje são ignorados, desprezados, injustiçados pela Capaf, Aaba, Aeba, etc. - J. Almeida, sempre alerta!

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    1. Convenhamos que é muito mais "agradável" administrar a AABA a partir de um local que respira tranquilidade, ócio, e por aí afora. Se não fizermos por nós ...

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  15. Incrível o descaramento e cinismo do "fantasma" J.Almeida, que deixa suas pegadas a cada novo comentário, destilando o veneno de seus recalques. Ele mesmo foi quem comandou, quando presidente da CAPAF, as tratativas do despejo dos velhinhos do quintal do prédio. É muito triste a degradação de um ser humano quando apegado aos favores e migalhas do poder. Os poderosos se utilizam deles, por conveniência, mas não os respeitam. Geralmente são despachados da ante-sala do poder com pontapés nos fundilhos. Merecidos, por sinal.

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  16. Parece-me que assim como as simples manifestações em blogs, sites ou através de recados, as críticas paralelas não nos levarão a lugar nenhum.
    Insisto em que aqueles aposentados que, por este ou aquele motivo, têm mais facilidade de "arautalizar" os desejos dos seus colegas, o façam através de medidas que extrapolem a comodidade da palavra escrita.
    De outra forma não iremos a lugar nenhum.

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