Ontem, durante uma coletiva de imprensa no Palácio Guanabara, o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, ao lado dos secretários da Casa Civil, Leonardo Espíndola, da Fazenda, Júlio Bueno, e do presidente do Rio Previdência, Gustavo Barbosa, tentou explicar à população as razões para a decisão de não realizar o pagamento referente ao mês de março aos 137 mil aposentados.
“Hoje é um dia muito triste para o Estado do Rio. Essa decisão foi a que consideramos a menos prejudicial à população de todo o estado. Garanto a vocês que nós não medimos esforços e raspamos o caixa. Tudo o que tínhamos foi utilizado para fazer o pagamento da maior parte dos servidores”, comentou o governador.
O secretario da Casa Civil, Leonardo Espíndola, explicou que a decisão de pagar integralmente os servidores ativos é com a intenção de avançar no retorno destes funcionários às suas funções. Ao todo, 33 categorias estão em greve geral.
“Não pagamos a todos por absoluta falta de recursos. Essa foi a decisão que menos prejudica a população do Rio de Janeiro como um todo. Tivemos de olhar para todos no Estado. Lamentamos profundamente o ponto em que a situação chegou, mas nós precisamos que os professores, os médicos e que todos os ativos, estejam de fato ativos”. Explicou Espíndola.
Na última terça-feira (12), o governo do estado anunciou que não iria realizar o pagamento dos servidores inativos que recebem mais de R$2 mil mensais. Ao todo, são cerca de 137 mil funcionários prejudicados com a decisão. A previsão para efetuar o pagamento referente ao mês de março foi prorrogada para o dia 12 de maio.
“Hoje é um dia muito triste para o Estado do Rio. Essa decisão foi a que consideramos a menos prejudicial à população de todo o estado. Garanto a vocês que nós não medimos esforços e raspamos o caixa. Tudo o que tínhamos foi utilizado para fazer o pagamento da maior parte dos servidores”, comentou o governador.
O secretario da Casa Civil, Leonardo Espíndola, explicou que a decisão de pagar integralmente os servidores ativos é com a intenção de avançar no retorno destes funcionários às suas funções. Ao todo, 33 categorias estão em greve geral.
“Não pagamos a todos por absoluta falta de recursos. Essa foi a decisão que menos prejudica a população do Rio de Janeiro como um todo. Tivemos de olhar para todos no Estado. Lamentamos profundamente o ponto em que a situação chegou, mas nós precisamos que os professores, os médicos e que todos os ativos, estejam de fato ativos”. Explicou Espíndola.
Na última terça-feira (12), o governo do estado anunciou que não iria realizar o pagamento dos servidores inativos que recebem mais de R$2 mil mensais. Ao todo, são cerca de 137 mil funcionários prejudicados com a decisão. A previsão para efetuar o pagamento referente ao mês de março foi prorrogada para o dia 12 de maio.

Nenhum comentário:
Postar um comentário