Não passarão O governo interino desistiu de criar os 14 mil novos cargos federais
aprovados pela Câmara na semana passada. Em outra ponta, o Planalto
também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento
salarial de ministros do STF manterá, contudo, o apoio ao reajuste dos
servidores do Judiciário, já acordado anteriormente. Com isso, Michel
Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos
Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal.
Como faz? Renan Calheiros também deu uma forcinha ao
recuo do governo em relação aos 14 mil novos cargos. Avisou que a
medida não vingaria no Senado: “Não dá para defender isso com milhões de
brasileiros desempregados”, disse ele a aliados.
Colateral Mas há um dado curioso: se o reajuste da
cúpula do STF passar no Senado, Temer ganha por tabela. Como também
recebe aposentadoria de procurador em SP, seu vencimento seguiria o novo
teto, ficando maior.
Cansei de brincar O presidente interino se cansou do modelo que ele próprio fundou de demitir ao primeiro sinal de fumaça. A partir de agora, ministro só cai se virar réu da Lava Jato ou se for flagrado fazendo coisa errada.
Geladeira cheia Segundo dados do Planalto, Dilma
gastou, de janeiro a maio, cerca de R$ 280 mil em seu cartão de
suprimento para despesas com alimentação, média de R$ 62 mil mensais.
Muito pão de queijo De 13 a 31 de maio — os 18
primeiros dias de afastamento — o gasto bateu R$ 54 mil. O Planalto diz
que o cartão foi reabastecido e Dilma já pode fazer compras para o
Alvorada.
Eita A assessoria da petista diz que tomará medidas para apurar o vazamento de informações sigilosas “sobre a segurança” do palácio.
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