O navio-hospital Abaré II está com os atendimentos de saúde suspensos desde agosto de 2015. A denúncia foi feita pelo Conselho Municipal de Saúde e por moradores das comunidades do Tapajós e do Arapiuns, que deveriam estar sendo assistidas pela unidade móvel de saúde.
O agricultor da comunidade de São Pedro, no Arapiuns, Benezildo Costa, relata que o navio sempre esteve disponível para o atendimento médico, mas ultimamente tem falhado com as famílias. 'Algumas comunidades não têm postos de saúde e outras têm, mas são longe. A população precisa, é um direto nosso. Consulta médica e odontologia são as mais requisitadas por essa comunidade', explica.
Parada para manutenção - Em nota, a prefeitura esclareceu que o Abaré II precisou entrar em manutenção desde agosto de 2015, quando a Semsa iniciou o processo licitatório. Por conta de todo o trâmite legal necessário, que demanda tempo, ocorreu a demora na volta de funcionamento da Unidade de Saúde. Os reparos na embarcação estão sendo finalizados neste mês e o atendimento deve voltar ao normal em julho deste ano.
A respeito do Abaré I, que atende às comunidades da região do Tapajós, de agosto de 2015 a abril de 2016 a embarcação realizou normalmente os atendimentos.
Contudo, desde maio de 2016, a fim de melhorar as estratégias de ações, a gestão está readequando as escalas de atendimentos da navegação que deve voltar às atividades também em julho de 2016.
A nota enfatiza que nos meses em que Abaré I e II não puderam atender, as comunidades não deixaram de ser assistidas, pois as equipes de saúde das áreas de Tapajós e Arapiuns estão sendo deslocadas para prestar os serviços diretamente em cada comunidade.
Por telefone, a Ufopa informou que a gerência do navio-hospital ainda pertence à ONG Terre dês Hommens e está sob responsabilidade do governo municipal. Um termo de compromisso foi assinado no final de 2015, mas o processo de transferência ainda não foi finalizado.
O agricultor da comunidade de São Pedro, no Arapiuns, Benezildo Costa, relata que o navio sempre esteve disponível para o atendimento médico, mas ultimamente tem falhado com as famílias. 'Algumas comunidades não têm postos de saúde e outras têm, mas são longe. A população precisa, é um direto nosso. Consulta médica e odontologia são as mais requisitadas por essa comunidade', explica.
Parada para manutenção - Em nota, a prefeitura esclareceu que o Abaré II precisou entrar em manutenção desde agosto de 2015, quando a Semsa iniciou o processo licitatório. Por conta de todo o trâmite legal necessário, que demanda tempo, ocorreu a demora na volta de funcionamento da Unidade de Saúde. Os reparos na embarcação estão sendo finalizados neste mês e o atendimento deve voltar ao normal em julho deste ano.
A respeito do Abaré I, que atende às comunidades da região do Tapajós, de agosto de 2015 a abril de 2016 a embarcação realizou normalmente os atendimentos.
Contudo, desde maio de 2016, a fim de melhorar as estratégias de ações, a gestão está readequando as escalas de atendimentos da navegação que deve voltar às atividades também em julho de 2016.
A nota enfatiza que nos meses em que Abaré I e II não puderam atender, as comunidades não deixaram de ser assistidas, pois as equipes de saúde das áreas de Tapajós e Arapiuns estão sendo deslocadas para prestar os serviços diretamente em cada comunidade.
Por telefone, a Ufopa informou que a gerência do navio-hospital ainda pertence à ONG Terre dês Hommens e está sob responsabilidade do governo municipal. Um termo de compromisso foi assinado no final de 2015, mas o processo de transferência ainda não foi finalizado.

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