Em apenas 35 dias de governo, o presidente interino, Michel Temer, perdeu seu terceiro ministro por causa de envolvimento com a Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção montado em estatais para financiar políticos.
Ontem (16), acusado de receber propinas por investigações da Lava Jato, o ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo), amigo do presidente, pediu demissão. Antes dele, haviam caído Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência), por citações ou declarações sobre a Lava Jato.
Todas as demissões foram precedidas de revelações feitas pelo delator Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro considerado o operador do PMDB no esquema de corrupção.
Ontem (16), acusado de receber propinas por investigações da Lava Jato, o ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo), amigo do presidente, pediu demissão. Antes dele, haviam caído Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência), por citações ou declarações sobre a Lava Jato.
Todas as demissões foram precedidas de revelações feitas pelo delator Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro considerado o operador do PMDB no esquema de corrupção.

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