A baiana Amanda Nunes fez história na disputa pelo título de peso galo do UFC. Ela tornou-se a primeira brasileira a conquistar um título no campeonato de MMA mais importante do planeta e a primeira atleta (incluindo o masculino) declaradamente LGBT a conquistar um cinturão. Com apenas 3m15s de luta ela aplicou uma sequência de golpes e um mata-leão avassalador e tomou o título da norte-americana Miesha Tate.
Logo após conquistar o título, a “Leoa”, apelido que ganhou no esporte, dedicou o título à namorada, a lutadora do peso-palha Nina Ansaroff “Ela é tudo para mim. Me ajuda todo dia… Eu vou chorar. Eu amo ela. Isso é demais. O mais importante é que eu sou feliz com a minha vida”. Em entrevista antes da vitória da amada, Nina ressaltou que o amor das duas é superior a questão de gênero, é simplesmente amor. “Temos orgulho da nossa relação porque nós temos uma ligação muito forte, não porque somos gays. Como sua parceira, sinto que refletimos uma à outra”, definiu.
Amanda chegou ao topo sem amarras, botando a cara no sol. Chegou livre para brilhar. E venceu com a junção de talento, disciplina, coragem e o apoio de um grande amor que ela tem orgulho de ao mundo apresentar. A vitória de Amanda é uma vitória do respeito à diversidade no esporte e na sociedade em geral. É a vitória da mulher, nordestina, lésbica, brasileira. Da superação do preconceito, da adversidade. A vitória do sonho. Sonho de conseguir voar alto com orgulho de ser quem é.
Logo após conquistar o título, a “Leoa”, apelido que ganhou no esporte, dedicou o título à namorada, a lutadora do peso-palha Nina Ansaroff “Ela é tudo para mim. Me ajuda todo dia… Eu vou chorar. Eu amo ela. Isso é demais. O mais importante é que eu sou feliz com a minha vida”. Em entrevista antes da vitória da amada, Nina ressaltou que o amor das duas é superior a questão de gênero, é simplesmente amor. “Temos orgulho da nossa relação porque nós temos uma ligação muito forte, não porque somos gays. Como sua parceira, sinto que refletimos uma à outra”, definiu.
Amanda chegou ao topo sem amarras, botando a cara no sol. Chegou livre para brilhar. E venceu com a junção de talento, disciplina, coragem e o apoio de um grande amor que ela tem orgulho de ao mundo apresentar. A vitória de Amanda é uma vitória do respeito à diversidade no esporte e na sociedade em geral. É a vitória da mulher, nordestina, lésbica, brasileira. Da superação do preconceito, da adversidade. A vitória do sonho. Sonho de conseguir voar alto com orgulho de ser quem é.
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