Por Marcelo Soares - Folha de SP
Todo ano de eleição, circulam correntes pela internet com saídas supostamente mágicas para forçar a política a ser exercida com moralidade. As duas principais balas de prata sugeridas nessas correntes são ninguém reeleger político nenhum e todo mundo votar nulo. 2016 não é nada diferente. Por isso, faço aqui uma nova versão de algo que escrevi em 2012.
Eu detesto correntes de internet. Embora a intenção seja sempre boa (só está contente com os representantes quem está muito por fora ou muito por dentro), falta noção a essas propostas.
Não que não sejam opções razoáveis individualmente. Se você conhece um candidato que nunca exerceu mandato e o acha sério, vale a pena tentar elegê-lo. Se você não achou nenhum candidato que preste, não há mal em anular seu voto. Mas é difícil combinar com gente suficiente pra não reeleger ninguém ou para todo mundo votar nulo.
Os políticos que você não quer ver eleitos sempre acabarão tendo uma razoável quantidade de votos, seja por popularidade ou por motivos menos nobres.
Todo ano de eleição, circulam correntes pela internet com saídas supostamente mágicas para forçar a política a ser exercida com moralidade. As duas principais balas de prata sugeridas nessas correntes são ninguém reeleger político nenhum e todo mundo votar nulo. 2016 não é nada diferente. Por isso, faço aqui uma nova versão de algo que escrevi em 2012.
Eu detesto correntes de internet. Embora a intenção seja sempre boa (só está contente com os representantes quem está muito por fora ou muito por dentro), falta noção a essas propostas.
Não que não sejam opções razoáveis individualmente. Se você conhece um candidato que nunca exerceu mandato e o acha sério, vale a pena tentar elegê-lo. Se você não achou nenhum candidato que preste, não há mal em anular seu voto. Mas é difícil combinar com gente suficiente pra não reeleger ninguém ou para todo mundo votar nulo.
Os políticos que você não quer ver eleitos sempre acabarão tendo uma razoável quantidade de votos, seja por popularidade ou por motivos menos nobres.
Mais aqui >A lenda do voto nulo, versão 2016
Nenhum comentário:
Postar um comentário