A missão da Amazônia não é mercadista, é de Estado e precisa de um
projeto. Nele, é fundamental o papel das Forças Armadas. A visão é de
Roberto Saturnino Braga (foto), 85, que coordenou o 3º Congresso Internacional
do Centro Celso Furtado, em Manaus na quinta (15) e sexta (16), com o
tema da Amazônia.
Engenheiro, político desde a década de 1960 e hoje presidente do centro,
Saturnino criticou o governo Michel Temer. Deputado federal à época do
golpe militar, senador por duas vezes e prefeito do Rio, ele compara a
situação política atual e a vivida pelo país em 1964 e em 1954. Como no
passado, avalia que os EUA quiseram interromper projetos de autonomia do
Brasil.
Mais aqui >Saturnino Braga e a Amazônia
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