Por Reinaldo Azevedo - VEJA
Segundo o Portal G1, há manifestações de protesto em todas as unidades da federação. Na maioria das vezes, meia-dúzia de gatos pingados. Em Macapá, há uma multidão de 60 pessoas. Devem ser os filiados ao PT na cidade. Mas isso basta para pôr o Estado do Amapá no mapa das manifestações, que teriam acontecido em 35 cidades.
Em São Paulo, a coisa está em curso. A concentração esta coalhada de black blocs. Um grupo deles porta escudos militares. Ou melhor: paramilitares, né? Chamem Rodrigo Janot para passar talquinho com bumbum peludo do marmanjos mascarados.
Bem, resta a comparação, certo? Alguns poucos milhares no Brasil inteiro contra ao quase quatro milhões em favor do impeachment no dia 13 de março.
É o PT lutando desesperadamente para sobreviver e para continuar agarrado às tetas do Estado. O partido se oferece para ser o centro de uma “frente ampla” de esquerda e promete dividir com as legendas menores o butim que for conquistado — ou o saque já feito que for mantido.
É precisamente disso que se trata. Estamos assistindo, como eu já disse, a uma revolta inédita, que batizei de “A Conjuração dos Ladrões”.
Todos aqueles entes que o PT foi pendurando no Estado brasileiro, os ditos “movimentos sociais”, estão nas ruas gritando “golpe”. Só se for um golpe nos seus interesses mesquinhos e particulares.
Que marchem, que protestem, que esperneiam. Não pode é quebrar. Não pode é depredar. Não pode é incendiar. Não pode é atacar policiais. Essas coisas são incompatíveis com a democracia.
Em São Paulo, a coisa está em curso. A concentração esta coalhada de black blocs. Um grupo deles porta escudos militares. Ou melhor: paramilitares, né? Chamem Rodrigo Janot para passar talquinho com bumbum peludo do marmanjos mascarados.
Bem, resta a comparação, certo? Alguns poucos milhares no Brasil inteiro contra ao quase quatro milhões em favor do impeachment no dia 13 de março.
É o PT lutando desesperadamente para sobreviver e para continuar agarrado às tetas do Estado. O partido se oferece para ser o centro de uma “frente ampla” de esquerda e promete dividir com as legendas menores o butim que for conquistado — ou o saque já feito que for mantido.
É precisamente disso que se trata. Estamos assistindo, como eu já disse, a uma revolta inédita, que batizei de “A Conjuração dos Ladrões”.
Todos aqueles entes que o PT foi pendurando no Estado brasileiro, os ditos “movimentos sociais”, estão nas ruas gritando “golpe”. Só se for um golpe nos seus interesses mesquinhos e particulares.
Que marchem, que protestem, que esperneiam. Não pode é quebrar. Não pode é depredar. Não pode é incendiar. Não pode é atacar policiais. Essas coisas são incompatíveis com a democracia.
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