De Anônimo sobre a postagem CASF: aumento de 20% na mensalidade de seu Plano d...
"Tenho vergonha de identificar-me porque sou ex-servidor do Basa que ocupou cargos de destaque dentro da instituição e hoje, aposentado, enfrento situação difícil, sem condições de continuar assistido pelo Plano de Saúde da Casf (está muito caro) ou de qualquer outro similar. Mesmo doente, prefiro sofrer sem assistência médica/hospitalar do que ficar na lista de inadimplentes, sendo cobrado a todo instante e sem poder honrar meus compromissos. Seja o que Deus quiser!"
É interessante ler o que diz a ata do Conselho Fiscal da CASF em relação às contas do mês de julho transato, que está à disposição de todos na internet:
ResponderExcluir“O CONFIS reitera sua preocupação com a deterioração do patrimônio da CASF, ao tempo em que solicita ao CONDEL que analise a possibilidade de rever sua decisão quanto ao reajuste nos Planos que ficou muito aquém da recomendação da SALUTIS (atuária ?) e que foi proposto pela DIREX ante a necessidade primordial de adequar o fluxo de Receitas às Despesas Operacionais (Assistenciais e Administrativas) e, ainda, recompor o Patrimonio Líquido da Entidade, exaurido neste exercício pelos frequentes e significativos resultados negativos mensais.
“ ... o mês de julho apresentou resultado negativo .... aumentando novamente o Resultado Negativo Acumulado, .... o que representa 98,90% (97,07% até junho) do Patrimonio Social e Superavits Retidos de Anos Anteriores, ou seja os Deficits apresentados ao longo de 2016 continuam exaurindo praticamente todo o Patrimonio Liquido existente em dezembro 2015”.
Para o simples leitor que se detenha na leitura dessa peça parece que a entidade atuária recomendou um determinado reajuste como necessário ao equilíbrio financeiro da Caixa e o Conselho Deliberativo da própria CASF, ao que parece, não levou isso em consideração. Por que motivos ?
Não acreditamos constituisse essa decisão uma simples escolha do Conselho Deliberativo. Deverá ter havido uma razão intransponível para que a recomendação do estudo atuarial, que constitui a viga mestra do equilíbrio financeiro da entidade, não pudesse ser seguida. Por que ?
Será interessante um esclarecimento através deste Blog, para que não venhamos a ser surpreendidos com alguma situação que venha a nos causar prejuízo irreparável e possamos saber as razões que levaram o CONDEL a não seguir as recomendações atuariais.
Ninguém se manifestou O post é do dia 14. Tenho a impressão que a situação do anônimo e a mesma de dezenas de participantes, entre aposentados e ativos.
ResponderExcluirOs motivos são políticos, caro anônimo, pois o Conselho Deliberativo da CASF é comandado com mão-de-ferro pelo mesmo cacique que dirige a AEBA. Como ele propala que "fez" a diretoria da CASF com seu prestígio na bases, ele não deseja ser cobrado sobre a periclitante situação financeira-contábil da entidade.O Conselho Fiscal também não alude em seus relatórios mensais sobre a necessidade imperiosa de também serem reduzidas as despesas administrativas e com pessoal, que são elevadas para o tamanho da CASF, com apenas 12 mil associados beneficiários. O contribuinte (associado) então que se dane.
ResponderExcluirNão sei se poderei concordar com você, caro anônimo das 13,55.
ResponderExcluirO atual Presidente da AEBA, e também do Conselho Deliberativo da CASF, se não estou enganado, é o colega Silvio Kanner, que, entre outras especialidades acadêmicas, apresenta o rótulo de Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que lhe foi concedido pelo Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural - NCADR/UFPA.
Ora, até as pedras sabem que para a ocorrência do desenvolvimento sustentável há que se perseguir o crescimento econômico necessário. Então, para o nosso colega Presidente, a quem foi ensinado que é imperioso garantir a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento social para o presente e gerações futuras, não há de soar estranha a necessidade de a CASF seguir pelo mesmo caminho.
Mas, não só isso lhe foi ensinado. Deve-lhe ter sido transmitido que, assim como, na natureza, para que ocorra o desenvolvimento sustentável, é necessário que haja uma “harmonização entre o desenvolvimento econômico, a preservação do meio ambiente, a justiça social (acesso a serviços públicos de qualidade), a qualidade de vida e o uso racional dos recursos da natureza (principalmente a água)”, em qualquer outro tipo de “universo” deverá estar presente o “espírito” materializado nesse conjunto de condicionantes, traduzido para a característica pertinente a cada um.
Então, haverá de ter ocorrido um fator superveniente para que no caso da CASF tenha esse conceito despencado lógica abaixo, com os prejuízos enumerados pelo Conselho Fiscal da entidade. Afinal de contas, o colega Silvio tem à sua disposição, para qualquer consulta, o seu colega de Conselho e de entidade de classe Marlon Palheta, que, além de Mestre em Economia, detém Especialização em Auditoria e Controladoria pela Universidade da Amazônia(UNAMA) .
Então, não se trata, como argumenta o caro anônimo, de “não desejar ser cobrado sobre a periclitante situação financeira-contábil da entidade”, já que a “cobrança” vai exatamente na direção do colega Presidente do CONDEL, a partir das notícias que nos chegam ao conhecimento
Será que eu estou errado ?