Mendes citou como exemplo casos de nomes de pessoas mortas na prestação de contas de candidatos. Lembrou também a presença de beneficiários de programas sociais como fonte de receita para campanhas.
"Temos mortos fazendo doação em grande quantidade. Em eleições anteriores, víamos mortos votando. Doando é novidade", afirmou Mendes, no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio.
"Tem também a generosidade dessa gente do Bolsa Família. Alguns chegaram a fazer doação de R$ 68 mil. Era de se esperar que com a ausência dos recursos das corporações, houvesse algum tipo de manipulação do financiamento. No passado falei que podia-se criar um mecanismo de laranjas para doação, e isso está se verificando".
No ano passado, após a decisão do TSE que proibiu a doação de empresas, Mendes havia dito que o país ganharia a "copa do mundo de laranjas". "Com essa fórmula, a gente vai montar o maior laranjal", afirmou à época.
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