Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A verdade precisa ser dita (ou escrita) com todas as letras

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
A verdade que precisa ser dita (ou escrita) com todas as letras é que, apesar de todas as crises, ou por causa delas, nunca antes na história deste País houve melhores condições para as reformas estruturais que assegurem um crescimento sustentável. Essas condições favoráveis são bem mais políticas do que econômicas, mas mesmo os indicadores da economia começam a colaborar. Quanto às delações da Odebrecht: o mercado teme, mas quer o avanço da Lava Jato. 

Fernando Henrique deu o primeiro passo na reforma da Previdência e Lula deu o segundo, mas nenhum concluiu o serviço. FHC, porque perdeu força política no segundo mandato. Lula, porque preferiu apostar no dueto crédito-consumo, sem ameaçar um tico de sua imensa popularidade em reformas polêmicas que mexem com os ânimos da sociedade e os apoios das corporações.

Dilma até encenou dar o terceiro passo da reforma, mas era tarde. Ela perdeu legitimidade e já não tinha popularidade, força no Congresso e credibilidade dos agentes econômicos depois que ficou evidente que a Dilma do segundo mandato só falava em reformas e tinha nomeado Joaquim Levy na Fazenda para corrigir os tremendos erros da Dilma do primeiro mandato.

Quanto a Michel Temer? Bem, não é um bom começo subir a rampa do Planalto empurrado por um impeachment, com baixos índices de aprovação e sem perspectiva de disparar no gosto popular. Logo, ele tem outra prioridade para não fazer feio: entregar em 2018 um País azeitado, com bases sólidas para o crescimento, gerar empregos e garantir aposentadorias. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário