Por Jose Mauricio de Barcellos, advogado e ex Consultor Jurídico da CPRM-MME.
Nos primeiros dias de fevereiro do corrente, na parte da manhã, ouvi de um jornalista, através de uma Rádio carioca, seus comentários acerca da mulher do “Analfa de Garanhuns”, a propósito do falecimento da mesma. Com respeito e por caridade cristã, tudo que posso agora dizer em relação àquela Senhora é que a “morte solve tudo” (mors omnia solvit). Aqui cabe o silêncio, sobretudo por questões de ordem ética e humanitária.
O referido jornalista cantou loas em homenagem à falecida e a seu marido, até o ponto de exaltá-la como a maior brasileira, esposa e mãe deste País, se bem entendi. Tem o direito de assim pensar e dizer.
Não vou contestar coisa alguma do que disse o Jornalista, apenas acrescento que, a meu sentir, a Senhora foi, certamente, a maior vítima do “Molusco Lula”, o que ocorreu por conta de uma inculta convivência ao longo da vida.
Igualmente não me disponho que ninguém perca seu tempo, nem mesmo o Jornalista em questão – embora merecesse por conta do entendimento cínico externado na entrevista – ao se referir ao maior e ao mais inescrupuloso e inconsequente bandoleiro que nasceu, contemporaneamente, nesta Terra de Santa Cruz. O que este sujeito é ou representa, o Brasil dos homens do bem sabe perfeitamente. O “Analfa de Garanhuns” não é nada. Não é um cidadão de honra. É um verme mal nascido, não porque venha de origem humilde (isto não), mas porque é mal formado, de péssima procedência, sem valor ou princípios de berço, comparável aos “bandidinhos do trafego” que se orgulham de serem “filhos de chocadeira”, nascidos para matar e delinquir, hoje privilegiados por perversos meliantes que se escondem no movimento de defesa dos direitos humanos. Não é profissional, nunca fez carreira, ou melhor, sua carreira foi de “gigolô de porta de fábrica” ou “cafetão do companheiro de trabalho”, posto que o chamado Movimento Sindical no Brasil seja na verdade mero engodo, e que só chegou a algum lugar porque pessoas da estirpe do dito Jornalista – da esquerda fanática, doente, sorrateira e covarde – aliadas ao tal “Foro de São Paulo” e a um canhestro movimento da Igreja Católica, que São João Paulo II silenciou a bom tempo, e ainda a uma classe política composta de pusilânimes e canalhas, viu naquele patife a chance de transformar o Brasil na Cuba construída pelo maior assassino do Caribe. Também não é líder de ninguém e as provas já colhidas pela Justiça, que são do domínio público, o tipificam como “Chefe de Quadrilha”. Esse sujeito vai ser preso, não tenham dúvidas os homens de bem e eu ainda o verei apodrecer na cadeia. A presença do ex-presidente, livre e solto, humilha e afronta a dignidade do cidadão de bem, todo santo dia. Hoje não há mais dúvida, a opção pelo operário que nunca trabalhou, configura mais que um simples erro, é sim uma afronta a um princípio da própria civilização. Desde que o homem saiu da caverna e se reuniu em tribos, a escolha do chefe recai no guerreiro mais forte, mais preparado, mais corajoso e competente. Foi assim ao longo dos tempos. Aqui se optou pelo pior, pelo mais vagabundo, pelo mais inculto, pelo mais sem origem, princípios e valores. Lamenta-se.
Quero falar de gente como o tal Jornalista. Quero me referir a essa esquerda “Gramsciniana”, dissimulada e vil, que em razão de um erro histórico da Revolução de 1964, foi permitida que voltasse e que tomasse conta do tecido social, como um carcinoma maldito.
Como pode alguém que logrou alcançar (entendo que injustamente) um lugar de influência na nossa sociedade, se ufanar publicamente de pessoas como o “Molusco do Nordeste” e sua trupe? Será que o mencionado Jornalista não se envergonha ou se constrange ao defender essa gente asquerosa, corrupta, petulante e ousada, depois de tudo quanto fizeram ao Brasil? Não são eles os responsáveis por essa atual massa falida? Não São? Ou serão que o são os militares do tempo dos chamados “anos de chumbo”, que o tal Jornalista deve odiar?
Pois eu lhe digo Senhor Jornalista, se essa gente pagasse com a vida o mal que fizeram a este País (como ocorre nos regimes de esquerda), ainda assim seria pouco.
Não adianta tentar dissimular. Lula e sua gentalha nada construíram de bom para o Brasil. Tudo que se realizou durante o tempo em que tomaram o País de assalto, e que ocorreu em face tão somente do crescimento inercial, inevitável da economia (consulte-se qualquer Autor consagrado), teria sido muito maior, se os ladrões da Pátria para os quais a esquerda mal intencionada fecha os olhos, não tivessem atrapalhado tanto.
Pois bem. Visto que a “gentalha de Lula” por si só nada seria, culpo exclusivamente as pessoas da laia do tal Jornalista que entregaram o Brasil nas mãos daqueles facínoras e devem, portanto, pagar por isso de alguma forma. Não é justo e nos indigna que gente como o referido profissional de imprensa viva bem e abastadamente, enquanto que o brasileiro trabalhador e honrado, mormente os quase 20 milhões de desempregados (este é o número real) tenha que padecer eternamente. Deus nunca desamparou esta Nação e essa esquerda esquizofrênica, augida, calculista e aproveitadora, vai um dia responder por todo mal praticado. Quem viver verá.
Os fatos e as circunstâncias aos quais aqui me refiro são do conhecimento geral (independem de prova) e apenas deixo de nomear o Jornalista também mencionado, que imagino quem seja, porque considero que possa ter os mesmos hábitos e métodos sectários, fundamentalistas e covardes da esquerda no Brasil e, destarte venha, de soslaio, se vingar valendo-se do lado por eles apodrecido das Intuições do País. Digo, entretanto, que não corro, que não me vendo, não deserto, não capitulo ou transijo com princípios e valores, e que aceito debater com quem “vestir a carapuça”, intelectual ou até fisicamente, se preferirem, pois em defesa do Brasil não me assola qualquer temor civil, além do que acredito que a honra de uma Pátria é com sangue que se lava.
Fonte: Site do Diário do Poder, de Claudio Humberto
Nos primeiros dias de fevereiro do corrente, na parte da manhã, ouvi de um jornalista, através de uma Rádio carioca, seus comentários acerca da mulher do “Analfa de Garanhuns”, a propósito do falecimento da mesma. Com respeito e por caridade cristã, tudo que posso agora dizer em relação àquela Senhora é que a “morte solve tudo” (mors omnia solvit). Aqui cabe o silêncio, sobretudo por questões de ordem ética e humanitária.
O referido jornalista cantou loas em homenagem à falecida e a seu marido, até o ponto de exaltá-la como a maior brasileira, esposa e mãe deste País, se bem entendi. Tem o direito de assim pensar e dizer.
Não vou contestar coisa alguma do que disse o Jornalista, apenas acrescento que, a meu sentir, a Senhora foi, certamente, a maior vítima do “Molusco Lula”, o que ocorreu por conta de uma inculta convivência ao longo da vida.
Igualmente não me disponho que ninguém perca seu tempo, nem mesmo o Jornalista em questão – embora merecesse por conta do entendimento cínico externado na entrevista – ao se referir ao maior e ao mais inescrupuloso e inconsequente bandoleiro que nasceu, contemporaneamente, nesta Terra de Santa Cruz. O que este sujeito é ou representa, o Brasil dos homens do bem sabe perfeitamente. O “Analfa de Garanhuns” não é nada. Não é um cidadão de honra. É um verme mal nascido, não porque venha de origem humilde (isto não), mas porque é mal formado, de péssima procedência, sem valor ou princípios de berço, comparável aos “bandidinhos do trafego” que se orgulham de serem “filhos de chocadeira”, nascidos para matar e delinquir, hoje privilegiados por perversos meliantes que se escondem no movimento de defesa dos direitos humanos. Não é profissional, nunca fez carreira, ou melhor, sua carreira foi de “gigolô de porta de fábrica” ou “cafetão do companheiro de trabalho”, posto que o chamado Movimento Sindical no Brasil seja na verdade mero engodo, e que só chegou a algum lugar porque pessoas da estirpe do dito Jornalista – da esquerda fanática, doente, sorrateira e covarde – aliadas ao tal “Foro de São Paulo” e a um canhestro movimento da Igreja Católica, que São João Paulo II silenciou a bom tempo, e ainda a uma classe política composta de pusilânimes e canalhas, viu naquele patife a chance de transformar o Brasil na Cuba construída pelo maior assassino do Caribe. Também não é líder de ninguém e as provas já colhidas pela Justiça, que são do domínio público, o tipificam como “Chefe de Quadrilha”. Esse sujeito vai ser preso, não tenham dúvidas os homens de bem e eu ainda o verei apodrecer na cadeia. A presença do ex-presidente, livre e solto, humilha e afronta a dignidade do cidadão de bem, todo santo dia. Hoje não há mais dúvida, a opção pelo operário que nunca trabalhou, configura mais que um simples erro, é sim uma afronta a um princípio da própria civilização. Desde que o homem saiu da caverna e se reuniu em tribos, a escolha do chefe recai no guerreiro mais forte, mais preparado, mais corajoso e competente. Foi assim ao longo dos tempos. Aqui se optou pelo pior, pelo mais vagabundo, pelo mais inculto, pelo mais sem origem, princípios e valores. Lamenta-se.
Quero falar de gente como o tal Jornalista. Quero me referir a essa esquerda “Gramsciniana”, dissimulada e vil, que em razão de um erro histórico da Revolução de 1964, foi permitida que voltasse e que tomasse conta do tecido social, como um carcinoma maldito.
Como pode alguém que logrou alcançar (entendo que injustamente) um lugar de influência na nossa sociedade, se ufanar publicamente de pessoas como o “Molusco do Nordeste” e sua trupe? Será que o mencionado Jornalista não se envergonha ou se constrange ao defender essa gente asquerosa, corrupta, petulante e ousada, depois de tudo quanto fizeram ao Brasil? Não são eles os responsáveis por essa atual massa falida? Não São? Ou serão que o são os militares do tempo dos chamados “anos de chumbo”, que o tal Jornalista deve odiar?
Pois eu lhe digo Senhor Jornalista, se essa gente pagasse com a vida o mal que fizeram a este País (como ocorre nos regimes de esquerda), ainda assim seria pouco.
Não adianta tentar dissimular. Lula e sua gentalha nada construíram de bom para o Brasil. Tudo que se realizou durante o tempo em que tomaram o País de assalto, e que ocorreu em face tão somente do crescimento inercial, inevitável da economia (consulte-se qualquer Autor consagrado), teria sido muito maior, se os ladrões da Pátria para os quais a esquerda mal intencionada fecha os olhos, não tivessem atrapalhado tanto.
Pois bem. Visto que a “gentalha de Lula” por si só nada seria, culpo exclusivamente as pessoas da laia do tal Jornalista que entregaram o Brasil nas mãos daqueles facínoras e devem, portanto, pagar por isso de alguma forma. Não é justo e nos indigna que gente como o referido profissional de imprensa viva bem e abastadamente, enquanto que o brasileiro trabalhador e honrado, mormente os quase 20 milhões de desempregados (este é o número real) tenha que padecer eternamente. Deus nunca desamparou esta Nação e essa esquerda esquizofrênica, augida, calculista e aproveitadora, vai um dia responder por todo mal praticado. Quem viver verá.
Os fatos e as circunstâncias aos quais aqui me refiro são do conhecimento geral (independem de prova) e apenas deixo de nomear o Jornalista também mencionado, que imagino quem seja, porque considero que possa ter os mesmos hábitos e métodos sectários, fundamentalistas e covardes da esquerda no Brasil e, destarte venha, de soslaio, se vingar valendo-se do lado por eles apodrecido das Intuições do País. Digo, entretanto, que não corro, que não me vendo, não deserto, não capitulo ou transijo com princípios e valores, e que aceito debater com quem “vestir a carapuça”, intelectual ou até fisicamente, se preferirem, pois em defesa do Brasil não me assola qualquer temor civil, além do que acredito que a honra de uma Pátria é com sangue que se lava.
Fonte: Site do Diário do Poder, de Claudio Humberto

Que discurso idiota, não merecia um comentário. Uma frase do dramaturgo Nelson Rodrigues dizia assim: "A maior desgraça da democracia, é que ela traz à força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade." Já o Papa Francisco, ensina "Quando você comemora a morte de alguém, o primeiro que morreu foi você mesmo."
ResponderExcluirESQUERDOPATA é porque tem PATA OU PORQUE É SEM NOÇÃO? ESPERO QUE OS DOIS SIRVAM. regina silva, santarena.
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