Um grupos de deputados e vereadores reagiu à ideia de apoiadores de Lula em pedir ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), autorização formal para incorporar o nome do petista em seus registros parlamentares, inclusive no painel eletrônico do plenário. Ontem (quarta, 11) foi a vez de Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) repetir o procedimento, mas pedindo que a seu nome seja adicionado o sobrenome do juiz Sérgio Moro, que condenou Lula à prisão.
“Informo, para as devidas alterações funcionais, que passarei a utilizar o nome parlamentar de Sóstenes Moro Cavalcante, em substituição ao atual Sóstenes Cavalcante. Sendo o momento, e certo de poder contar com sua valiosa colaboração, encaminho meus protestos de elevada estima e consideração”, diz o ofício enviado por Sóstenes à Secretaria-Geral da Mesa.
A resposta de Sóstenes reverberou entre os que defendem a prisão de Lula. Na sessão plenária,da Câmara, deputados como Alberto Fraga (DEM-DF) e Laerte Bessa (PR-DF) se manifestaram ao microfone pedindo a inclusão de “Moro” em seus nomes. Membros da chamada “bancada da bala”, que defende interesse da indústria das armas e causas como a redução da maioridade penal.
Até o sobrenome do deputado Jair Bolsonaro (RJ), presidenciável do PSL, foi aventado como nome a ser incluído por correligionários. Mas há quem reclame da iniciativa. Dirigindo-se a Rodrigo Maia, o deputado Daniel Coelho (PE) criticou quem resolveu trocar de nome. “Isso deprecia a imagem do Parlamento”, declarou Daniel, para quem há limites para manifestações de apoio a correligionários.
“Informo, para as devidas alterações funcionais, que passarei a utilizar o nome parlamentar de Sóstenes Moro Cavalcante, em substituição ao atual Sóstenes Cavalcante. Sendo o momento, e certo de poder contar com sua valiosa colaboração, encaminho meus protestos de elevada estima e consideração”, diz o ofício enviado por Sóstenes à Secretaria-Geral da Mesa.
A resposta de Sóstenes reverberou entre os que defendem a prisão de Lula. Na sessão plenária,da Câmara, deputados como Alberto Fraga (DEM-DF) e Laerte Bessa (PR-DF) se manifestaram ao microfone pedindo a inclusão de “Moro” em seus nomes. Membros da chamada “bancada da bala”, que defende interesse da indústria das armas e causas como a redução da maioridade penal.
Até o sobrenome do deputado Jair Bolsonaro (RJ), presidenciável do PSL, foi aventado como nome a ser incluído por correligionários. Mas há quem reclame da iniciativa. Dirigindo-se a Rodrigo Maia, o deputado Daniel Coelho (PE) criticou quem resolveu trocar de nome. “Isso deprecia a imagem do Parlamento”, declarou Daniel, para quem há limites para manifestações de apoio a correligionários.
Sobre o assunto, Claudio Humberto, em seu Diário do Poder, diz: "Entre opositores, tem gente achando que adotar Lula no sobrenome é
pouco, porque original mesmo seria cortar fora o dedo mindinho."
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