O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu ontem (10) o respeito à “dignidade da pessoa humana” no combate à corrupção e na punição de criminosos. Ao rebater as críticas sobre as condições da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Gilmar apontou que há um “lado animalesco que está se manifestando em cada um de nós”.
“‘O ex-presidente Lula vai ter uma suíte, um banheiro…?’ Gente, onde que nós estamos com a cabeça? Aonde foi a nossa sensibilidade?”, questionou Gilmar, durante sessão em que foram julgados dois habeas corpus impetrados pela defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB).
Sem citar diretamente nomes, o ministro afirmou que fica com vergonha das pessoas que criticaram as instalações físicas da cela do ex-presidente na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. “Eu tenho vergonha que pessoas alfabetizadas, que tiveram sempre três ou quatro alimentações durante a vida, se comportem dessa maneira. São pervertidos. Isso não é correto. É preciso denunciar, combater o crime, sim, punir, sim, mas em respeito à dignidade da pessoa humana”, frisou.
“Ah, ‘aborto é direitos humanos’. Isso é coisa (de direitos humanos). Ter um banheiro, uma privada (não seria de direitos humanos)… Onde é que nós estamos com a cabeça? Tem um lado animalesco que está se manifestando em cada um de nós, é um tipo de perversão”, prosseguiu o ministro.
Na semana passada, Gilmar votou a favor de o ex-presidente aguardar em liberdade até uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no caso do triplex do Guarujá, mas prevaleceu o entendimento de que Lula poderia ser preso após o esgotamento de seus recursos ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que o condenou em segunda instância. (Fonte: VEJA)
“‘O ex-presidente Lula vai ter uma suíte, um banheiro…?’ Gente, onde que nós estamos com a cabeça? Aonde foi a nossa sensibilidade?”, questionou Gilmar, durante sessão em que foram julgados dois habeas corpus impetrados pela defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB).
Sem citar diretamente nomes, o ministro afirmou que fica com vergonha das pessoas que criticaram as instalações físicas da cela do ex-presidente na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. “Eu tenho vergonha que pessoas alfabetizadas, que tiveram sempre três ou quatro alimentações durante a vida, se comportem dessa maneira. São pervertidos. Isso não é correto. É preciso denunciar, combater o crime, sim, punir, sim, mas em respeito à dignidade da pessoa humana”, frisou.
“Ah, ‘aborto é direitos humanos’. Isso é coisa (de direitos humanos). Ter um banheiro, uma privada (não seria de direitos humanos)… Onde é que nós estamos com a cabeça? Tem um lado animalesco que está se manifestando em cada um de nós, é um tipo de perversão”, prosseguiu o ministro.
Na semana passada, Gilmar votou a favor de o ex-presidente aguardar em liberdade até uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no caso do triplex do Guarujá, mas prevaleceu o entendimento de que Lula poderia ser preso após o esgotamento de seus recursos ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que o condenou em segunda instância. (Fonte: VEJA)
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