O Banco da Amazônia S/A, impulsionador do desenvolvimento regional, comemora hoje (9) 76 anos de existência. Ao longo desses anos conseguiu superar todas as dificuldades que enfrentou no passado e atualmente é uma instituição que inspira confiança e credibilidade junto aos seus milhares de clientes.
Orgulho-me de ter sido, durante 30 anos (1993 a 1993), um de seus servidores e, no decorrer desse tempo, exerci diversas funções de destaque, entre elas: gerente das agências de Santarém (onde iniciei minha carreira após ser aprovado em concurso público), Oriximiná e Belém-Centro. Instalei as agências de Rurópolis Presidente Médici e Porto Trombetas.
Mesmo na condição de aposentado, continuo com o espírito "bancreveano", vibrando sempre com as sucessivas conquistas de maiores espaços no competitivo mercado do segmento bancário brasileiro, por parte do nosso BASA - "O Banco caboclo", como costumo apelidá-lo carinhosamente.
Tal como você caríssimo Ércio, eu, hoje aposentado, também ”vibro sempre com as sucessivas conquistas de maiores espaços no competitivo mercado do segmento bancário brasileiro, por parte do nosso BASA”.
ResponderExcluirAfinal de contas dei quase 30 anos da minha vida ao Banco, sempre trabalhando com afinco, sem medir horários, e não foram poucas as vezes que me vi trabalhando até alta madrugada, com a maior satisfação, para deixar concluídas tarefas que não podiam ser adiadas.
Mesmo aposentado, sempre continuei me interessando pelas coisas do Banco. E sempre me apavorei com determinadas situações vividas pelo Banco ao longo da sua trajetória, quando os insucessos não combinaram com o conjunto de insumos que, a olhos vistos, poderiam ter proporcionado resultados satisfatórios.
Como, por exemplo, encarar prejuízo, se há disponibilidades financeiras capazes de proporcionar lucros apreciáveis ? Eu sempre defendi a tese de que o chefe não é obrigado a conhecer tudo, mas ele deve se cercar de pessoas capazes de suprir as suas próprias deficiências.
Se ele não tem a humildade de se vêr dessa forma, todo o insucesso apresentado por aquilo que está sob sua responsabilidade deve ser imputado a ele próprio, e a mais ninguém. Talvez a quem o colocou no lugar em que se encontra.
Deus queira sempre tenha o BASA, no seu comando, pessoas que possam pensar com essa humildade.
Também comungo do seu entusiasmo pelo BASA, como empregado que fui durante longos anos. Contudo, a par de sua expansão como Agente de Desenvolvimento Regional, conforme vem sendo divulgado pela imprensa, achamos que o Banco deveria remunerar os seus atuais empregados com salários condizentes com as suas habilidades, como fazem os Bancos oficiais. Providência que vai fortalecer o nosso Plano de Saúde (CASF) que anda meio cambaleante.
ResponderExcluirPor falar em Casf:
ResponderExcluirA diretoria da Casf, recém eleita, está distribuindo uma nota em que comunica que entrará em contacto com a direção do Hospital Belém, para tentar um desfecho satisfatório em relação ao débito da Casf , que alcança “quantia de altíssima cifra”.
Diz a direção da Casf que acha importante nos dizer que o Hospital Belém “possui uma tabela diferenciada para remuneração dos procedimentos”.
Mas, ela não especificou se essa “diferenciação” se faz pra mais ou pra menos, em relação à média da remuneração comumente cobrada pelo universo de agentes prestadores de serviços.
Como ela arremata que será necessário “um estudo profundo acerca desse impacto sobre a Casf”, é de presumir que essa diferenciação tem sido “pra mais”.
Seria interessante ela nos trazer mais “duzentos réis” de conhecimento sobre esse detalhe.
Aliás, caríssimo Ercio, coloca este assunto no sub grupo do BASA e etc. É lá que ele deve estar
Caro colega das 22.04 hs,
ResponderExcluirSe você der uma olhada no portal da ADVFN , vai ver que o Banco não poderá melhorar os rendimentos de seus funcionários da maneira como você deseja antes de dar um jeito nos seus próprios rendimentos.
Um detalhe nos conforta: Ao que parece, não é falta de dinheiro .