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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

ANS ameaça 'coparticipação' nos Planos de Saúde

A agência de saúde suplementar (ANS) se aproveitou da paralisia do Congresso, em razão da campanha eleitoral, com o adiamento da CPI dos Planos de Saúde, para retomar sua mais sórdida criação para beneficiar as empresas do setor: a “coparticipação” do cliente nos custos do tratamento, com um sistema de “franquia” semelhante ao de seguro de veículos. O projeto foi cancelado após a criação da CPI. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A “coparticipação”, com “franquia”, assemelha-se ao seguro de carros, o que demonstra o desapreço do setor (e da ANS) à condição humana.

A ANS atraiu para sua “audiência pública” 28 entidades, apenas seis ligadas à defesa do consumidor. As operadoras garantiram maioria.

A “coparticipação” fará o consumidor pagar aos planos o dobro do valor atual. Os planos poderão cobrar por exames valor igual à mensalidade.

A CPI sobre aumentos abusivos dos planos de saúde foi protocolada há dois meses, mas até agora o presidente do Senado não a criou.

2 comentários:

  1. O sistema de saúde suplementar no País está na UTI.
    Não adianta discutir COPARTICIPAÇÃO/FRANQUIA. São itens que apenas servem para drenar os parcos recursos dos beneficiários, em favor exclusivo dos prestadores de serviços de saúde. Sabe-se que o direito à saúde é constitucionalmente "garantido" a todos os brasileiros como DEVER DO ESTADO. Dessa forma, trata-se de um tipico segmento onde os prestadores deveriam atuar como cessionários de serviços públicos, portanto sujeitos a uma regulação do Estado, o que não ocorre. O mercados prestador de serviços de saúde funcionam em regime de LIVRE COMÉRCIO e, por conta disso, acontece o que já sabemos a respeito da comercialização das OPME's, que chegam aos planos de saúde, para o atendimento ao beneficiários, por valores "decuplicados"; não é diferente a comercialização do item "alimentação enteral" (de grande rotatividade nos hospitais) que, adquirido a um valor x, junto ao fabricante, são faturados aos planos de saúde a valores astronômicos (há caso específico, onde um item adquirido a R$49,72, é repassados aos planos de saúde em valores até R$1.806,00 - dependendo dos hospitais, variando dentre os mais e os menos voluptuosos quanto a cifras.
    Sem uma efetiva regulação do poder público sobre o livre comércio em que funciona o mercado da prestação de serviços de saúde, em um horizonte de tempo já bastante estreito, ,nunuma operadora de planos de saúde conseguirá sobreviver(independentemente do porte e do perfil do seu beneficiário). A propósito, bom lembrar que a ANS não regula os prestadores de serviços de saúde; apenas os planos. A presença regulatório do estado no setor se restringe à jurisdição da ANVISA, limitada apenas aos aspectos de segurança operacional no âmbito dos prestadores.

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  2. Transcrevo parte do meu comentário anterior:
    Anônimo27 de abril de 2018 12:27
    Está muito nebulosa a informação que a Casf faz chegar àqueles que se interessam em saber como é o novo plano denominado de “Plano Único”.
    Esse Plano parece que não tem nada de “Único”. Foi uma alternativa permitida pela ANS, para atender àqueles que desejem migrar para um novo plano de saúde, depois evidentemente de examinarem as vantagens e as desvantagem de migrar ou não migrar.
    É esquisita, portanto, a recomendação de que “todos os participantes da CASF devem migrar para ele”, imposta pela direção da Casf, que inclusive estabeleceu um prazo de até 30 deste mês, para ocorrer essa migração.
    Peraí !!!
    Segundo alguns, a migração deve ser efetivada depois de examinada a perspectiva da frequência na utilização dos serviços disponibilizados pelos planos atuais, sendo interessante em alguns casos e não interessante em outros.
    Além do mais, no mês que vem a Casf pode mudar de comando, com a eleição que se avizinha. Por que, então, decidir agora, em meio ao “fim de mandato” e a essa falta de informações mais detalhadas e frente à inércia diante da total liberdade de ação de que continuarão gozando as unidades de saúde e das suas manobras, expostas nos diversos conclaves que ocorreram no ano passado, com a presença dos vários planos de saúde ?

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