Sempre que eu chegava em Santarém, telefonava ao Miguel Pereira Vieira,
conhecido como Miguel do Jaraqui. Bastava eu dizer, estou na terra, e
ele logo anunciava: “Vou dar o meu jeito e arranjarei jaraqui para
comeres amanhã. Pode vir com a família.” Então, eu, minha esposa
Albanira e os nossos filhos, convidávamos o meu mano Eros, sua esposa
Nicia, os seus netos e a Maysa, minha querida sobrinha e íamos ao
bar/restaurante do Miguel, saborear apetitosos jaraquis, especialidade
da casa. Ele, o Eros e a Nicia não estão mais entre nós. Deles e dela,
sinto muita saudade.


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