Sobre a postagem Foi aberta/escancarada a “caixa preta” da CASF:
"Prezado Ercio,
Com a devida vênia, permito-me pontuar alguns esclarecimentos sobre o teu poster, sobretudo quanto ao que você qualificou como constrangedor que “ o ex-presidente ... escutou tudo ca-la-do, sem nada contestar o que foi dito sobre a sua péssima gestão”.
Preliminarmente, ressalvo-lhe que, como homem ético, disciplinado e coerente, compareci à mencionada reunião predisposto a nada contestar, sabendo, de antemão para a programação, constava o interesse da nova diretoria, denegrir a imagem e o trabalho desenvolvido pela diretoria antecedente. É um chavão comum em todo e qualquer processo sucessório entre blocos politicamente antagônicos. Aliás, convicto quanto a isso, nenhum fato me inspiraria a comparecer à mencionada reunião, não fora a minha radial abstinência à covardia, versus a plena vocação que tenho para encarar os fatos de frente. No caso, até mesmo para que, constatadas eventuais ofensas à minha dignidade ética, moral e profissional, disponha eu dos elementos necessários para promover o devido desagravo, na esfera recursal que bem me convier.
Os que entenderam o meu silêncio como “chancela aos dados demonstrados” ou “confissão de culpa por erros ou equívocos na gestão”, ressalto, INCIDIRAM EM TORPE, QUASE PUERIL EQUÍVOCO. Afinal, estando a CASF em regime de direção fiscal decretado pela ANS, toda e qualquer responsabilidade da gestão que lideramos é objeto de apuração e, se cabível, da aplicação das devidas sanções, na forma da lei. Não é a sucessor em delirantes ressentimentos pós eleitoral que prestarei contas de eventuais deslizes na gestão. Lembro que experiência idêntica, passei entre 2011 e 2013, quando, pelo exercício de Membro Eleito dos Conselhos da CAPAF (CONDEL e CONFIS), de 1997 a 2011, respondi, na forma da lei, a Comissão de Inquérito instaurada no curso de Regime de Intervenção naquela entidade e, ao cabo, recebi a CERTIFICAÇÃO DA LISURA COM QUE ME DESINCUMBI NO MISTER durante 14 anos, conforme os termos de expediente emitido pelo Órgão Regulador, no caso a PREVIC.
Quanto ao teor dos dados explanados pela atual Presidente, muitos são os itens que precisão ser contestados o que, deliberadamente me poupei protagonizar no curso da reunião, em respeito à dinâmica delineada pelas doutas promotoras do evento, prefixando como restrição à plenária, o direito de somente se manifestar ao final da explanação de Sofia e, exclusivamente por meio de perguntas, por escrito. Mesmo sendo um homem que não costuma “levar desaforo para o aconchego do lar” deliberei apenas ouvir, evitando assim desdobramentos inadequados e indevidos ao foco da reunião.
Finalizando, Ercio, aguardo o teu aceite à entrevista a que me disponho, oportunidade para que, afinal, O Mocorongo se consolide como mídia aberta ao contraditório.
"Prezado Ercio,
Com a devida vênia, permito-me pontuar alguns esclarecimentos sobre o teu poster, sobretudo quanto ao que você qualificou como constrangedor que “ o ex-presidente ... escutou tudo ca-la-do, sem nada contestar o que foi dito sobre a sua péssima gestão”.
Preliminarmente, ressalvo-lhe que, como homem ético, disciplinado e coerente, compareci à mencionada reunião predisposto a nada contestar, sabendo, de antemão para a programação, constava o interesse da nova diretoria, denegrir a imagem e o trabalho desenvolvido pela diretoria antecedente. É um chavão comum em todo e qualquer processo sucessório entre blocos politicamente antagônicos. Aliás, convicto quanto a isso, nenhum fato me inspiraria a comparecer à mencionada reunião, não fora a minha radial abstinência à covardia, versus a plena vocação que tenho para encarar os fatos de frente. No caso, até mesmo para que, constatadas eventuais ofensas à minha dignidade ética, moral e profissional, disponha eu dos elementos necessários para promover o devido desagravo, na esfera recursal que bem me convier.
Os que entenderam o meu silêncio como “chancela aos dados demonstrados” ou “confissão de culpa por erros ou equívocos na gestão”, ressalto, INCIDIRAM EM TORPE, QUASE PUERIL EQUÍVOCO. Afinal, estando a CASF em regime de direção fiscal decretado pela ANS, toda e qualquer responsabilidade da gestão que lideramos é objeto de apuração e, se cabível, da aplicação das devidas sanções, na forma da lei. Não é a sucessor em delirantes ressentimentos pós eleitoral que prestarei contas de eventuais deslizes na gestão. Lembro que experiência idêntica, passei entre 2011 e 2013, quando, pelo exercício de Membro Eleito dos Conselhos da CAPAF (CONDEL e CONFIS), de 1997 a 2011, respondi, na forma da lei, a Comissão de Inquérito instaurada no curso de Regime de Intervenção naquela entidade e, ao cabo, recebi a CERTIFICAÇÃO DA LISURA COM QUE ME DESINCUMBI NO MISTER durante 14 anos, conforme os termos de expediente emitido pelo Órgão Regulador, no caso a PREVIC.
Quanto ao teor dos dados explanados pela atual Presidente, muitos são os itens que precisão ser contestados o que, deliberadamente me poupei protagonizar no curso da reunião, em respeito à dinâmica delineada pelas doutas promotoras do evento, prefixando como restrição à plenária, o direito de somente se manifestar ao final da explanação de Sofia e, exclusivamente por meio de perguntas, por escrito. Mesmo sendo um homem que não costuma “levar desaforo para o aconchego do lar” deliberei apenas ouvir, evitando assim desdobramentos inadequados e indevidos ao foco da reunião.
Asseguro-lhe Ercio, que alguns números, dentre fantasiosos ou equivocados e alguns argumentos peremptoriamente inverídicos, pontuados no discurso da atual presidente da CASF, muitos serão objeto de contestação na esfera adequada ao pleno reparo do que for devido. Independentemente dessa linha de encaminhamentos que adotarei, em respeito ao O Mocorongo, da sua digna relevância como veículo de comunicação social bem como aos seus leitores, fico a sua disposição para, querendo, ouvir-me em entrevista para publicação em O Mocorongo, tratando sobre CADA PONTO DISSERTADO PELA ATUAL PRESIDENTE da CASF, na reunião de ontem (11/09); não apenas quanto as denúncias sobre os nossos atos de gestão, mas, também, sobre os encaminhamentos técnicos que vêm sendo dando à solução da crise pela qual passamos, incluindo a capitulação da resistência tenaz e irresponsável que, com o seu grupo e sem conhecimento de causa, Sofia impingiu ao UNICASF, o novo plano que criamos e implantamos desde abril/18. Quanto a isso, pasme-se, Sofia anunciou um percentual de 230% para o reajuste do PLANCASF, a partir deste setembro/18. Senão como como instrumento de pressão às migrações, a verossimilidade desse índice não pode ser acolhida, sem a ampla divulgação do teor técnico do respectivo cálculo.
Finalizando, Ercio, aguardo o teu aceite à entrevista a que me disponho, oportunidade para que, afinal, O Mocorongo se consolide como mídia aberta ao contraditório.
Minha resposta:
Prezado amigo Madson, após o término da reunião, escutei de inúmeros participantes, o que eu frisei na postagem, ou seja, que estranharam o seu silêncio. E creio eu, se você pedisse para manifestar-se, certamente seria atendido.
Entrarei em contato com você, por telefone, para tratarmos da entrevista.

Grato pelo retorno, Ercio,
ResponderExcluirFico no aguardo do teu contato telefônico, para tratarmos da entrevista que, conforme entendo, se trata de proposição já acolhida pelo nobre amigo.
E a entrevista, Madison, quando vai sair no Blog O Mocorongo ? Na explanação da presidente Sofia, ela revelou fatos atribuídos à sua gestão que são bastante graves. Todo o escopo da explanação foi o de que a nova diretoria recebeu uma "herança maldita". Quanto mais tempo demora uma resposta fica pior, pois diz o mote popular de "quem cala, consente" !
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