Músicas românticas, dança à base do "agarradinho", tranquilidade e muito respeito entre os frequentadores, são os ingredientes que garantem a continuidade, há décadas, das festas realizadas, às sextas-feiras, no amplo salão da sede social do Fluminense, clube tradicional da minha querida Santarém. É uma opção exata para quem quer desfrutar de momentos prazerosos. É vero, pode crer! Vá lá, e será cordialmente recebido pelo presidente Eduardo Fonseca e, após acomodar-se em uma das mesas e saborear umas duas ou três "geladas", você sentirá que o som musical é um convite irresistível para dançar e, logo, logo, irá "tirar" uma das damas para bolerar, sambar, forrosear ou até mesmo valsear.
A quantidade de pessoas presentes não importa, o que vale mesmo é o perfil dos homens e das mulheres que, em quase toda a sua totalidade, são da Velha Guarda, mas que causam inveja a qualquer jovem ao dançarem agarradinhos e com admirável aptidão, um bolero, samba, forró ou um brega arretado, que são os ritmos predominantes e preferidos de todos(as) que já se acostumaram a frequentar o referido clube, onde o saudosismo e o amor estão sempre na moda. Ah! Recomenda-se que tanto os homens como as mulheres, se apresentem com trajes decentes, nada de bermudas e chinelões.
Vários grupos musicais, com excelentes cantores interpretam antigos sucessos de Altemar Dutra, Nelson Gonçalves e Roberto Carlos, do tipo "seresta". São músicas que embalam os corações apaixonados, isto porque, como já disse alguém, "enquanto existir casais que se amam, o romantismo e as serenatas não desaparecerão". Dançando ou conversando nas mesas dentro do salão ou fora dele, mesmo em clima de simples e pura amizade, casais relembram e falam abertamente de seus amores e desamores, de seus sucessos ou decepções amorosas ou profissionais, de suas esperanças e incertezas de poderem, ainda, viver as emoções de uma grande paixão. Quem já são amantes apaixonados, se abraçam e se beijam discretamente, ouvindo o seresteiro cantar: "amores eu sei/ na vida eu achei e perdi/ mas nunca ninguém desejei/ como desejo a ti...". Porém, é bom não esquecer que, algumas vezes, a tentativa de uma nova conquista se torna inútil quando a pretendida, inspirada na música que toca, confessa que de nada adiantarão os galanteios porque..."conheço bem/ tuas promessas/ outras ouvi/ iguais a estas/ esse teu jeito de enganar/ conheço bem"... Mas, como eu disse antes, o ambiente no Fluminense é dos melhores e diferente, a tradição fala mais alto e, na sintonia do prazer e da emoção, todos os que lá estiverem viverão em paz com a vida, isto eu garanto. Portanto, amigo, programe-se e, na próxima sexta vá curtir o baile do Fluzão, e faço votos que lá você possa descobrir o seu jeito de ser feliz, amando e sendo amado intensamente. Mas, se você for casado e a madame não quiser acompanhá-lo, faça com que ela, sem brigas, sem ciúmes, sem broncas, cante quando você estiver saindo, assim..."vá sonhar em novas serenatas/ E abraçar seus amigos leais/ Pois me resta o consolo e alegria/ De saber que depois da boemia/ É de mim que você gosta mais." Por fim, um lembrete: não deixe de poupar energia para poder, quando regressar ao doce lar, fazer direitinho o dever de casa com quem lhe espera ansiosamente.
A quantidade de pessoas presentes não importa, o que vale mesmo é o perfil dos homens e das mulheres que, em quase toda a sua totalidade, são da Velha Guarda, mas que causam inveja a qualquer jovem ao dançarem agarradinhos e com admirável aptidão, um bolero, samba, forró ou um brega arretado, que são os ritmos predominantes e preferidos de todos(as) que já se acostumaram a frequentar o referido clube, onde o saudosismo e o amor estão sempre na moda. Ah! Recomenda-se que tanto os homens como as mulheres, se apresentem com trajes decentes, nada de bermudas e chinelões.
Vários grupos musicais, com excelentes cantores interpretam antigos sucessos de Altemar Dutra, Nelson Gonçalves e Roberto Carlos, do tipo "seresta". São músicas que embalam os corações apaixonados, isto porque, como já disse alguém, "enquanto existir casais que se amam, o romantismo e as serenatas não desaparecerão". Dançando ou conversando nas mesas dentro do salão ou fora dele, mesmo em clima de simples e pura amizade, casais relembram e falam abertamente de seus amores e desamores, de seus sucessos ou decepções amorosas ou profissionais, de suas esperanças e incertezas de poderem, ainda, viver as emoções de uma grande paixão. Quem já são amantes apaixonados, se abraçam e se beijam discretamente, ouvindo o seresteiro cantar: "amores eu sei/ na vida eu achei e perdi/ mas nunca ninguém desejei/ como desejo a ti...". Porém, é bom não esquecer que, algumas vezes, a tentativa de uma nova conquista se torna inútil quando a pretendida, inspirada na música que toca, confessa que de nada adiantarão os galanteios porque..."conheço bem/ tuas promessas/ outras ouvi/ iguais a estas/ esse teu jeito de enganar/ conheço bem"... Mas, como eu disse antes, o ambiente no Fluminense é dos melhores e diferente, a tradição fala mais alto e, na sintonia do prazer e da emoção, todos os que lá estiverem viverão em paz com a vida, isto eu garanto. Portanto, amigo, programe-se e, na próxima sexta vá curtir o baile do Fluzão, e faço votos que lá você possa descobrir o seu jeito de ser feliz, amando e sendo amado intensamente. Mas, se você for casado e a madame não quiser acompanhá-lo, faça com que ela, sem brigas, sem ciúmes, sem broncas, cante quando você estiver saindo, assim..."vá sonhar em novas serenatas/ E abraçar seus amigos leais/ Pois me resta o consolo e alegria/ De saber que depois da boemia/ É de mim que você gosta mais." Por fim, um lembrete: não deixe de poupar energia para poder, quando regressar ao doce lar, fazer direitinho o dever de casa com quem lhe espera ansiosamente.


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