Contrariando vários analistas, o eleitor que compareceu de forma ordeira e pacífica às urnas no domingo impôs sua vontade às cúpulas dos partidos que fizeram de tudo para reeleger seus membros e outros suspeitos de terem participado das grandes roubalheiras dos escândalos mensalão e petrolão. Disso resultou uma renovação, inesperada até para os institutos de pesquisa, no Congresso, em especial na Câmara, que detém maior poder de governar do que o presidente da República, seja ele qualquer um dos dois que passaram para o segundo turno. Esse novo panorama anima quem quer permanência do combate à corrupção.
Nenhum comentário:
Postar um comentário