"O grande eleitor do domingo foi… o WhatsApp. Tudo de positivo ou
negativo que pesou na campanha passou por essa rede. O que se viu foi um efeito das mudanças de
hábito. Não é só política, é qualquer outro assunto de peso. Na rede social
as pessoas veem suas mensagens no celular inúmeras vezes ao dia. Na eleição deste ano, a rede deixou claro como é forte o sentimento geral de
indignação com a política e a corrupção."
(Mauricio Moura, analista do instituto Ideia Big Data)
"De repente, há um apelo generalizado por um tal pacto de governabilidade, a ser adotado pelos dois candidatos que venceram o primeiro turno e agora disputam o segundo na eleição presidencial daqui a 19 dias – Jair Bolsonaro, do PSL, e o codinome de Lula, Fernando Haddad, do PT. Essas pessoas parecem não perceber que a causa principal da falta de condições para o que eles chamam de governabilidade não está na presidência da República, mas principalmente na pulverização dos partidos políticos na Câmara dos Deputados, que passaram de 28 para 30 nesta eleição, e na forma como são eleitos os mandatários republicanos no Brasil com campanhas biliardárias e fraca Justiça Eleitoral."
(José Nêumanne, jornalista)
"De repente, há um apelo generalizado por um tal pacto de governabilidade, a ser adotado pelos dois candidatos que venceram o primeiro turno e agora disputam o segundo na eleição presidencial daqui a 19 dias – Jair Bolsonaro, do PSL, e o codinome de Lula, Fernando Haddad, do PT. Essas pessoas parecem não perceber que a causa principal da falta de condições para o que eles chamam de governabilidade não está na presidência da República, mas principalmente na pulverização dos partidos políticos na Câmara dos Deputados, que passaram de 28 para 30 nesta eleição, e na forma como são eleitos os mandatários republicanos no Brasil com campanhas biliardárias e fraca Justiça Eleitoral."
(José Nêumanne, jornalista)
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