Na política há uma lei segundo a qual “o imprevisto sempre acontece”.
Daí a razão de estarmos constatando antigos e ferrenhos inimigos
políticos esquecerem o passado, as ofensas, as humilhações, as
agressões, as retaliações e, perdoando tudo, se unem, se abraçam e
confessam publicamente que, juntos, caminharão nas eleições deste ano
com um só pensamento e ideal: servir ao povo. Então, tá! Me engana que
eu gosto. Mas, é bom não esquecer que há necessidade de se ter muito
cuidado, muita cautela, com o inimigo depois da reconciliação, pois como
diz o ditado, “inimigos reconciliados são amigos disfarçados”. Este é
um dos grandes perigos que correm aqueles que procuram conquistar ou
reconquistar amizades e apoios conforme as conveniências políticas do
momento.

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