O trabalho dos ´tios` e das ´tias` nas redes públicas e privadas não pode ser avaliado em termos de dinheiro, porque não há dinheiro que pague por tanta grandeza e dedicação. Por mais humildes que sejam eles e elas, tanto nas capitais, nas cidades grandes, quanto nas cidadezinhas ou nos lugarejos do interior deste imenso Brasil, são mestres, são mestras do saber e merecem todo o respeito, melhores condições de trabalho e, acima de tudo, melhores salários.
Eu escrevendo e você lendo. Isto é possível graças aos ´fessores` e as ´fessoras` de antigamente, e aos ´tios`e ´tias` de agora. Obrigado, mestres e mestras, por vocês existirem.

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