Chapa Lula/Haddad, do PT, perdeu completamente a razão e a moral de
exigir ação policial e judiciária contra fake news desde que acusou de
forma infame e irresponsável o candidato a vice na chapa do adversário, Bolsonaro, general Mourão, de ter torturado o cantor
Geraldinho Azevedo, em 1969, quando o oficial, com 16 anos, estudava na
Escola Militar de Porto Alegre.
Sobre o assunto, confira o que disse o general Mourão:
“O Haddad tem que aprender a checar o que é falso e o que é verdadeiro. O camarada que não consegue distinguir isso não pode presidir o Brasil, não pode nem ser síndico de prédio. Basta olhar a minha idade e ver que em 1969 eu tinha 16 anos. Eu tenho filho e tenho neto, vou processá-lo. Ele repercutiu (a declaração do Geraldo Azevedo) sem observar a realidade dos fatos”, disse o militar ao Globo.
“Eu entrei na Aman (Academia Militar das Agulas Negras) em 1972, era cadete. Em 1969 eu era interno do Colégio Militar em Porto Alegre, com 16 anos. O tal do Geraldo Azevedo soltou uma nota dizendo que foi um equívoco. Não foi um equívoco, foi má-fé”, acrescentou.
"Asneira"
Mourão também divulgou um vídeo nas redes sociais em que classifica a declaração de Geraldo Azevedo, reproduzida por Haddad, de “asneira”. Ele chamou o adversário de mentiroso.
“Hoje em entrevista ao jornal O Globo o candidato do Partido dos Trabalhadores repetiu essa mesma asneira. Vejam o grau de estupidez, o grau de mentira, o grau de incoerência dessas pessoas. Como pode o senhor Fernando Haddad querer governar o Brasil se não consegue discernir a verdade da mentira? Ele não consegue discernir porque a mentira faz parte da vida dele”, afirmou.
Sobre o assunto, confira o que disse o general Mourão:
“O Haddad tem que aprender a checar o que é falso e o que é verdadeiro. O camarada que não consegue distinguir isso não pode presidir o Brasil, não pode nem ser síndico de prédio. Basta olhar a minha idade e ver que em 1969 eu tinha 16 anos. Eu tenho filho e tenho neto, vou processá-lo. Ele repercutiu (a declaração do Geraldo Azevedo) sem observar a realidade dos fatos”, disse o militar ao Globo.
“Eu entrei na Aman (Academia Militar das Agulas Negras) em 1972, era cadete. Em 1969 eu era interno do Colégio Militar em Porto Alegre, com 16 anos. O tal do Geraldo Azevedo soltou uma nota dizendo que foi um equívoco. Não foi um equívoco, foi má-fé”, acrescentou.
"Asneira"
Mourão também divulgou um vídeo nas redes sociais em que classifica a declaração de Geraldo Azevedo, reproduzida por Haddad, de “asneira”. Ele chamou o adversário de mentiroso.
“Hoje em entrevista ao jornal O Globo o candidato do Partido dos Trabalhadores repetiu essa mesma asneira. Vejam o grau de estupidez, o grau de mentira, o grau de incoerência dessas pessoas. Como pode o senhor Fernando Haddad querer governar o Brasil se não consegue discernir a verdade da mentira? Ele não consegue discernir porque a mentira faz parte da vida dele”, afirmou.
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