Na minha Santarém de outrora, era fácil saber quem tinha morrido, quem chegava, quem viajava, quem era gay, quem não era “moça “ (virgem), quem era solteiro, casado ou amigado. Enfim, sabia-se tu-di-nho.
Não existiam supermercados, apenas mercearias, tabernas, bodegas e quitandas. Em um caderno eram anotadas as compras com seus respectivos valores, para pagamento semanal, quinzenal ou mensal, de acordo com o tipo de freguês. Não eram acrescidos juros, não se sabia o que era a tal de inflação.
Carne era comprada em pequenos açougues dos bairros e no Mercado Municipal, localizado na Rua João Pessoa (hoje Lameira Bittencourt) e éramos atendidos muito bem pelos açougueiros Orlando Cota, Zé Buraco e outros.
Não existiam supermercados, apenas mercearias, tabernas, bodegas e quitandas. Em um caderno eram anotadas as compras com seus respectivos valores, para pagamento semanal, quinzenal ou mensal, de acordo com o tipo de freguês. Não eram acrescidos juros, não se sabia o que era a tal de inflação.
Carne era comprada em pequenos açougues dos bairros e no Mercado Municipal, localizado na Rua João Pessoa (hoje Lameira Bittencourt) e éramos atendidos muito bem pelos açougueiros Orlando Cota, Zé Buraco e outros.
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