Há mais de trinta anos resido em Belém e sei que aqui na Capital a
colônia santarena é muito grande, mas dispersa, não é muito unida, pouco
se reúnem os seus membros, em grande número, em festas e até em
velórios. Até já foi tentada a organização de uma entidade do tipo
Associação dos Amigos e Filhos De Santarém, mas não obteve êxito porque,
comenta-se até hoje, o nome escolhido foi Associação dos Santarenos
Ausentes. Não vingou! Quando eram marcadas reuniões comparecia pouca
gente e não poderia ser diferente, afinal, a entidade era de “santarenos
ausentes”.
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