INCRA temo novo presidente
O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter ontem, 9, para anunciar que o general de Exército João Carlos Jesus Corrêa será o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A 'farra dos sem-terra' acabou no Incra, diz chefe do novo presidente do órgão
O secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antônio Nabhan Garcia, disse que o novo presidente do Incra acabará com a “farra” dos sem-terra no órgão responsável por executar a reforma agrária e o ordenamento fundiário nacional.
“Existe uma obrigatoriedade de mudar o Incra e tirar o seu viés ideológico e político, que tornou a instituição inviável”, disse Nabhan ao Estado. “A farra dos sem-terra lá no Incra, pode ter certeza que acabou. Não haverá mais qualquer interferência do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na instituição”, afirmou o chefe do novo presidente. No governo Bolsonaro, o Incra passou a ser subordinado ao Ministério da Agricultura. Até então, o instituto estava dentro da estrutura da Casa Civil.
“Nós vamos fazer reforma agrária? Vamos, mas dentro da lei. Vamos fazer demarcação de terras indígenas? Vamos, mas dentro da lei. Vamos fazer tudo dentro da lei e sem o viés ideológico, essa interferência política. Essa é a meta principal”, avisou.
Jesus Corrêa é o oitavo general nomeado para postos estratégicos no governo. Na opinião de Nabhan, Jesus “é um homem que vai impor respeito, vai por fim a este processo ideológico e político que domina o Incra”. Para ele, houve uma “contaminação” que “desmoralizou” o órgão. “Durante muito tempo quem praticamente mandou lá no Incra foram os invasores de propriedade que incluem o MST, além de mais uma coleção de siglas”.
“Um homem com a estatura e a capacidade do general Jesus vai dar muito certo para que tenhamos um Incra imparcial, sem a batuta aí dessa indústria da invasão”, afirmou o secretário. Nabhan explicou ainda que, debaixo das asas da secretaria que comanda ficarão todas as questões fundiárias, relacionadas a indígenas, quilombolas, reforma agrária, terra legal, ou Amazônia Legal. “Enfim, agora tudo que se refere à questão fundiária vem para esta pasta e a execução será a cargo do Incra”, disse.
O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter ontem, 9, para anunciar que o general de Exército João Carlos Jesus Corrêa será o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A 'farra dos sem-terra' acabou no Incra, diz chefe do novo presidente do órgão
O secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antônio Nabhan Garcia, disse que o novo presidente do Incra acabará com a “farra” dos sem-terra no órgão responsável por executar a reforma agrária e o ordenamento fundiário nacional.
“Existe uma obrigatoriedade de mudar o Incra e tirar o seu viés ideológico e político, que tornou a instituição inviável”, disse Nabhan ao Estado. “A farra dos sem-terra lá no Incra, pode ter certeza que acabou. Não haverá mais qualquer interferência do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na instituição”, afirmou o chefe do novo presidente. No governo Bolsonaro, o Incra passou a ser subordinado ao Ministério da Agricultura. Até então, o instituto estava dentro da estrutura da Casa Civil.
“Nós vamos fazer reforma agrária? Vamos, mas dentro da lei. Vamos fazer demarcação de terras indígenas? Vamos, mas dentro da lei. Vamos fazer tudo dentro da lei e sem o viés ideológico, essa interferência política. Essa é a meta principal”, avisou.
Jesus Corrêa é o oitavo general nomeado para postos estratégicos no governo. Na opinião de Nabhan, Jesus “é um homem que vai impor respeito, vai por fim a este processo ideológico e político que domina o Incra”. Para ele, houve uma “contaminação” que “desmoralizou” o órgão. “Durante muito tempo quem praticamente mandou lá no Incra foram os invasores de propriedade que incluem o MST, além de mais uma coleção de siglas”.
“Um homem com a estatura e a capacidade do general Jesus vai dar muito certo para que tenhamos um Incra imparcial, sem a batuta aí dessa indústria da invasão”, afirmou o secretário. Nabhan explicou ainda que, debaixo das asas da secretaria que comanda ficarão todas as questões fundiárias, relacionadas a indígenas, quilombolas, reforma agrária, terra legal, ou Amazônia Legal. “Enfim, agora tudo que se refere à questão fundiária vem para esta pasta e a execução será a cargo do Incra”, disse.

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