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segunda-feira, 18 de março de 2019

CASF: Está bem ou mal?

Recebemos várias solicitações para fazermos um repeteco de uma postagem sobre a CASF, porque, já decorridos 8 dias, a direção da entidade não se pronunciou a respeito do assunto. Confira:
Leitorado
De N.V.Miranda, leitora do meu blog:
“Prezado Ercio,
Você deve estar lembrado que na reunião promovida pela CASF, em setembro do ano passado, no auditório do Basa, a presidente Sofia Lisboa, fez um relato dramático sobre a situação caótica, administrativa e financeira, da referida Caixa de Assistência aos Funcionários do Banco da Amazônia. Disse ela que o montante de dívidas era superior a 24 milhões de reais com as empresas (hospitais, clínicas e laboratórios) prestadoras de serviços. Diante disso, eu pergunto: como está hoje a nossa CASF? Ainda corre perigo de ser fechada?”

Respondo
Confesso que não tenho acompanhado os dados financeiros da Casf, o que não é correto, porque, como seus associados que somos, devemos, sim, estar sempre nos informando sobre tudo o que acontece de bom ou de ruim na nossa tão útil, tão necessária, prestadora de assistência à nossa saúde. Repasso as suas perguntas à minha amiga Sofia Lisboa Cardoso, que certamente não deixará de respondê-las.

Um comentário:

  1. Caro Ércio,
    A leitora não deixa de ter razão.
    Eu acho que os cérebros privilegiados que existem nos quadros do pessoal da ativa e no corpo de aposentados do nosso querido BASA, ajuntados aos privilegiadíssimos cérebros dos colegas integrantes da Diretoria da CASF, deveriam começar a pensar na hipótese levantada pela sua leitora, nem que fosse por simples exercício divagatório da mente.
    Talvez chegassem à conclusão de que há alternativas interessantes para contornar a situação difícil que a entidade está vivendo e de que haveria conveniência de serem adotadas providências que evitassem sustos desnecessários para os cardíacos seus filiados, além do simples aumento das mensalidades.
    Que a situação dos planos de saúde é complicada, disso não tenho a menor dúvida. Que há um descompasso entre o custo da “medicina”, a liberdade de “cobrar” das entidades médicas e as exigências exigidas dos “bolsos”, isso é inegável; basta vêr as folhas inteiras de jornais, que relacionam os filiados inadimplentes dos diversos planos.
    Particularizando, no caso dos planos chamados de auto gestão: Será que aglutinados em uma só entidade, sob um só “regulamento”, não ganhariam todos ? Será que agregados aos planos maiores não ganhariam os menores ?
    Lembremos as palavras do atual chefe da economia do país: “Vamos investir na digitalização. O Governo não pretende realizar concursos públicos nos próximos anos, apesar da previsão de que muitos servidores vão se aposentar”.
    Traduzindo: Haverá um esvaziamento numérico imprevisível nos quadros dos planos de saúde de auto gestão, enquanto prossegue a caminhada na direção do envelhecimento daqueles que “sobreviverem”.
    E aí ???

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