É bom demais...
Aqui em Belém, onde resido há mais de 30 anos, sempre encontro muitas pessoas que gentilmente me cumprimentam e dizem ser de Santarém. Muitas, eu identifico logo, mas, algumas, não consigo lembrar, principalmente os seus nomes e, quando isto ocorre, peço desculpa e indago direto: “quem é você?”. Com a resposta, surgem os apertos de mão, abraços e até beijos. Eu acho legal esses reencontros, esses gestos carinhosos.
Aqui em Belém, onde resido há mais de 30 anos, sempre encontro muitas pessoas que gentilmente me cumprimentam e dizem ser de Santarém. Muitas, eu identifico logo, mas, algumas, não consigo lembrar, principalmente os seus nomes e, quando isto ocorre, peço desculpa e indago direto: “quem é você?”. Com a resposta, surgem os apertos de mão, abraços e até beijos. Eu acho legal esses reencontros, esses gestos carinhosos.

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