Clonando Pensamento
Do ministro da Economia Paulo Guedes, ontem, na Câmara Federal, explicando, didaticamente e cara a cara com os deputados, porque o Congresso tenta se opor à reforma da Previdência:
"A velha Previdência é uma fábrica de privilégios e uma máquina perversa de transferência de renda. A nova Previdência quer remover os privilégios, quer reduzir as desigualdades, como a dessa ilustre plateia do Legislativo, por exemplo, cuja aposentadoria média é de R$ 28 mil, enquanto a aposentadoria média do INSS, do trabalhador brasileiro desamparado, é R$ 1,4 mil. É uma diferença de 20 vezes. Isso não é razoável. Não é razoável que quem legisla, legisla em benefício próprio com uma aposentadoria 20 vezes maior do que a do trabalhador comum. Então, essa é uma ocasião extraordinária para o Congresso se encaminhar em direção a um sistema mais igualitário. Os funcionários do Legislativo ganham 20 vezes mais do que o trabalhador comum.”
De Paulo Guedes, ontem, na Câmara dos Deputados, rebatendo a deputada Jandira Feghalli (PCdoB-RJ):
“Quem fica dezesseis anos no poder não tem o direito de virar agora, com cinco meses ou quatro meses, e dizer: ‘olha, tem um desemprego enorme; tem cinquenta milhões de pessoas desempregadas; de onde virá o crescimento?’ Virá assim que nós repararmos os rombos causados. Os rombos foram amplos gerais e irrestritos. Foi rombo na Petrobras, rombo na Telebras, rombo no fundo da Petrobras - de R$ 20 bilhões, rombo no fundo dos Correios, Rombo no Correios, rombo no Postalis. Quebraram mesmo muita coisa. É difícil consertar. E pior: não é só ter quebrado. O pior é que o futuro é um buraco que só cresce. É um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil. [...] Nós estamo tentando ir para o caminho da prosperidade e não para o caminho da Venezuela.”
(Com informações de Ismaelino Valente, em sua página no Facebook)
Do ministro da Economia Paulo Guedes, ontem, na Câmara Federal, explicando, didaticamente e cara a cara com os deputados, porque o Congresso tenta se opor à reforma da Previdência:
"A velha Previdência é uma fábrica de privilégios e uma máquina perversa de transferência de renda. A nova Previdência quer remover os privilégios, quer reduzir as desigualdades, como a dessa ilustre plateia do Legislativo, por exemplo, cuja aposentadoria média é de R$ 28 mil, enquanto a aposentadoria média do INSS, do trabalhador brasileiro desamparado, é R$ 1,4 mil. É uma diferença de 20 vezes. Isso não é razoável. Não é razoável que quem legisla, legisla em benefício próprio com uma aposentadoria 20 vezes maior do que a do trabalhador comum. Então, essa é uma ocasião extraordinária para o Congresso se encaminhar em direção a um sistema mais igualitário. Os funcionários do Legislativo ganham 20 vezes mais do que o trabalhador comum.”
De Paulo Guedes, ontem, na Câmara dos Deputados, rebatendo a deputada Jandira Feghalli (PCdoB-RJ):
“Quem fica dezesseis anos no poder não tem o direito de virar agora, com cinco meses ou quatro meses, e dizer: ‘olha, tem um desemprego enorme; tem cinquenta milhões de pessoas desempregadas; de onde virá o crescimento?’ Virá assim que nós repararmos os rombos causados. Os rombos foram amplos gerais e irrestritos. Foi rombo na Petrobras, rombo na Telebras, rombo no fundo da Petrobras - de R$ 20 bilhões, rombo no fundo dos Correios, Rombo no Correios, rombo no Postalis. Quebraram mesmo muita coisa. É difícil consertar. E pior: não é só ter quebrado. O pior é que o futuro é um buraco que só cresce. É um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil. [...] Nós estamo tentando ir para o caminho da prosperidade e não para o caminho da Venezuela.”
(Com informações de Ismaelino Valente, em sua página no Facebook)
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