Paranoia
Grupo de pesquisadores de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo vem analisando o comportamento de Jair Bolsonaro (já fez estudos iguais nos dois mandatos de Lula) e acha que, malgrado sua polêmica personalidade, acredita que o presidente possa estar sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático, em decorrência do atentado sofrido na campanha, que completa um ano. Provoca transtornos de ansiedade, de humor, anorexia nervosa, narcisismo e especialmente paranoia, fator que vêm afetando o cotidiano do Chefe do Governo, que não enxerga mais limites. E o que mais irrita: ele descobriu que não pode tudo.
Ainda os estudos: Bolsonaro tem necessidade diária de mostrar que “é quem manda” e ataca seus ministros e autoridades de alto escalão de outros países. Nesses dias, comparou-se ao “rei” do jogo de xadrez e agora investe contra Michelle Bachelet, alta comissária de Direitos Humanos da ONU, depois dela ter dito que “há um encolhimento do espaço democrático no Brasil”. Disse que ela “defende vagabundos” por criticar mortes provocadas pela polícia brasileira e lembra a morte de seu pai, general Alberto Bachelet, que não resistiu à tortura do regime de Pinochet.
Fonte: Blog do Giba Um
Grupo de pesquisadores de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo vem analisando o comportamento de Jair Bolsonaro (já fez estudos iguais nos dois mandatos de Lula) e acha que, malgrado sua polêmica personalidade, acredita que o presidente possa estar sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático, em decorrência do atentado sofrido na campanha, que completa um ano. Provoca transtornos de ansiedade, de humor, anorexia nervosa, narcisismo e especialmente paranoia, fator que vêm afetando o cotidiano do Chefe do Governo, que não enxerga mais limites. E o que mais irrita: ele descobriu que não pode tudo.
Ainda os estudos: Bolsonaro tem necessidade diária de mostrar que “é quem manda” e ataca seus ministros e autoridades de alto escalão de outros países. Nesses dias, comparou-se ao “rei” do jogo de xadrez e agora investe contra Michelle Bachelet, alta comissária de Direitos Humanos da ONU, depois dela ter dito que “há um encolhimento do espaço democrático no Brasil”. Disse que ela “defende vagabundos” por criticar mortes provocadas pela polícia brasileira e lembra a morte de seu pai, general Alberto Bachelet, que não resistiu à tortura do regime de Pinochet.
Fonte: Blog do Giba Um
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